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Procon faz operação em Valparaíso para impedir comércio de cigarros eletrônicos e outro proibidos pela Anvisa

Uma loja que fica no mesmo shopping onde funciona o Procon teve parte de suas mercadorias apreendidas durante a operação.

O Procon do estado de Goiás, junto ao Procon de Valparaíso e polícia militar, deflagrou uma operação para apreender estabelecimentos comerciais da cidade apontados como revendedores de cigarros eletrônicos e produtos proibidos pela Anvisa.

Em um dos estabelecimentos que funciona no Brasil Center Shopping, próximo a sede do Procon municipal, os agentes encontraram várias mercadorias dos produtos considerados proibidos no país conhecidos como e-cigs, electronic nicotine), e-pod, pen-drive, pod, vapes, produto de tabaco aquecido,vaporizadores, entre outros. butico vai ter conhecido também como cigarro eletrônico

A operação que conta com pelo menos 15 agentes mais policia militar, surgiu depois de um monitoramento em locas onde foi flagrado o comercio ilegal dos produtos apreendidos,um dos agentes  apontou que o país é reconhecido internacionalmente por sua política interna de controle do tabaco desde o século passado. “Essa medida protege, salva vidas, promove efetivamente a saúde pública e é um passo crucial para um ambiente mais saudável e seguro para todas as pessoas”.

RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA -RDC Nº 855, DE 23 DE ABRIL DE 2024

Proíbe a fabricação, a importação, a comercialização, a distribuição, o armazenamento, o transporte e a propaganda de dispositivos eletrônicos, Além de Penalizar estabelecimento os produtos são aprendidos entregues na delegacia para destruição dos proprietários e responsáveis são levados para delegacia para as medidas diante do Judiciário

Casal acusado de traficar em cidade ocidental, vira alvo de operação policial

No local onde foi preso o casal, era realizada a venda de entorpecentes e a receptação de objetos proveniente de furtos e roubos em troca de entorpecentes.

Na manhã de 12/04/2024, Policiais Civis Delegacia de Polícia de Cidade Ocidental realizaram cumprimento de mandado de busca e apreensão em uma residência no bairro Jardim ABC, em investigação por tráfico de drogas e receptação. Após atividades investigativas, a Polícia Civil chegou a um endereço onde era realizada a venda de entorpecentes e a receptação de objetos proveniente de furtos e roubos em troca de entorpecentes.

Após a busca, logrou-se êxito em encontrar uma arma de fogo de calibre restrito, acompanha de diversas munições, porções de maconha e cocaína, cigarros contrabandeados, grande quantidade de produtos de beleza e bolsas de elevado valor, bem como mais de R$ 5.000,00 em espécie.

Por tal razão, foi feita a prisão em flagrante delito de um homem e uma mulher pelos crime de porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, tráfico de drogas e contrabando. A Polícia apreendeu um carro e duas motos de elevado valor comercial que estavam na residência, pertencentes a um dos conduzidos, tendo em vista os indícios de constituírem proveito das atividades ilícitas.

Após o cumprimento do mandado, os presos foram encaminhados ao posto de saúde para confecção de relatório médico e entregues à Polícia Penal do Estado de Goiás, à disposição da justiça.

Organização criminosa familiar é alvo de operação após causar mais de R$ 8 mi de prejuízo no DF e em GO

No total, 14 pessoas foram vítimas de golpe da organização criminosa

Na madrugada desta terça-feira (9), a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da 35ª DP (Sobradinho II), em uma ação conjunta com outras delegacias, deflagrou a Operação Suor Sagrado. O resultado da operação foi a prisão de um grupo de golpistas e a apreensão de diversos bens relacionados a um esquema fraudulento que enganava as vítimas com promessas de rendimentos elevados e oportunidades de investimento.

A operação teve como alvo quatro mandados de prisão e 14 mandados de busca e apreensão em diversas regiões administrativas, incluindo Sobradinho, Ceilândia, Planaltina de Goiás e Rio Verde, em Goiás, onde está localizada a sede de uma empresa agropecuária que inicialmente financiou o grupo.

A investigação, que se estendeu por seis meses, revelou que os investigados, atuando como uma organização criminosa, obtiveram vantagem econômica ilícita prejudicando diversas vítimas ao longo do tempo.

Estratégias fraudulentas

O grupo atraía vítimas com promessas de rendimentos de até 7% ao mês, explorando aqueles que buscavam oportunidades de investimento. Além disso, realizavam financiamentos de veículos sem o conhecimento dos legítimos proprietários, resultando em grandes prejuízos financeiros.

A organização adquiriam centenas de produtos eletrônicos sem realizar efetivamente o pagamento, prejudicando tanto as empresas quanto os consumidores. Utilizavam, também, máquinas de cartão para realizar compras simuladas, obtendo valores das operadoras de cartão de crédito sem a intenção de pagamento, causando prejuízos às operadoras e aos clientes.

Segundo o delegado-chefe da 35ª DP, Ricardo Viana, o grupo é liderado por dois residentes de Sobradinho, um dos quais construiu uma imponente residência no terreno do sogro na região. “Acreditamos que dezenas de pessoas tenham sido vítimas do golpe, mas ainda não registraram ocorrências, pois estão negociando seus créditos”, explica.

Dos quatro mandados expedidos pela Justiça do Distrito Federal, três são membros da mesma família: pai (50 anos), filho (28 anos) e filha (26 anos). O quarto preso é outro morador da cidade, com 24 anos de idade. A investigação segue em curso para desvendar todo o esquema fraudulento e garantir que os responsáveis respondam judicialmente por seus atos.

Distribuidora de Bebidas é alvo de operação policial no J. ingá.

Durante revista no estabelecimento foram apreendido uma arma de fogo e produtos de venda proibida.

No dia 27 de março de 2024, a Polícia Civil do Estado de Goiás, por meio do GEPATRI de Luziânia e Polícia Técnico-Científica e Equipes da Equatorial, conseguiram cessar o furto de energia de uma distribuidora de bebidas no Distrito do Jardim Ingá.

As investigações pelos Policiais Civis demonstraram que o local possuía freezers de alta potência e câmaras frias, com alto consumo de energia, porém a ligação era clandestina, direta da rede sem passar pelo medidor de energia elétrica.

Para além desta constatação pela Equatorial e pelo Perito da Polícia Técnico-Científica, o proprietário da Distribuidora de Bebidas, também responderá por contrabando, devido à comercialização de cigarros eletrônicos (PODs e VAPEs), o que é proibido pela Anvisa desde o ano de 2009, para além disso havia cigarros provenientes do país vizinho, Paraguai, também contrabandeados.

Nas buscas, os policiais indagaram se havia arma no local, o proprietário falou que tinha e que estaria na gaveta do balcão, tratava-se de uma pistola cal. 9mm municiada e a pronto emprego. Para além desta situação, havia mais munições em sua caminhonete de cal. 38 SPL. 

Uma vez que restou comprovado que a arma estaria em local diverso do registro e que estava sendo usada para transitar sem as guias devidas, houve autuação por porte ilegal de arma de fogo por duas vezes, em razão da arma e das munições no carro. 

Agora o autuado se encontra preso no estabelecimento de detenção provisória de Luziânia à disposição da Justiça, sendo incabível arbitramento de fiança devido à soma das penas que ultrapassam 04 (quatro) anos de prisão.

Operação de policia mira grupo que fraudava vales de refeição

Criminosos teriam desviado mais de R$ 400 mil em vale-alimentação de cartões corporativos de funcionários demitidos de empresa no SCIA

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) deflagrou uma operação, nesta quarta-feira (27/3), para apurar fraudes em cartões corporativos de vale-alimentação de empresas localizadas no Setor Complementar de Indústria e Abastecimento (SCIA). Segundo as investigações, os criminosos teriam faturado milhões de reais desviando os valores dos cartões.

As diligências da 8ª Delegacia de Polícia (SIA) apontaram que o grupo investigado era comandado por uma mulher que trabalhava como chefe do setor de recursos humanos de uma empresa no SCIA. A investigada era responsável por habilitar os cartões corporativos de vale-alimentação.

A fraude era realizada no momento em que as empresas demitiam os funcionários, porém a chefe do setor de recursos humanos não dava baixa nos cartões corporativos e, portanto, subtraía os cartões das empresas e repassava para os comparsas revenderem os créditos dos cartões no mercado clandestino.

A empresa continuava pagando o ticket alimentação acreditando que o funcionário ainda estava ativo. Nessa empresa alvo dos golpistas foi apurando que eram mais de 50 funcionários que já tinham sido demitidos, mas os cartões ainda estavam ativos havia quatro anos. A fraude teria causado prejuízo efetivo no montante de R$ 406 mil nesta empresa em específico, mas a polícia acredita que o rombo esteja na casa dos milhões, em se tratando de outras empresas.

Conforme apurado pela PCDF, os criminosos ofertavam, posteriormente, o crédito do vale-alimentação em supermercados da capital para clientes que iriam realizar compras no estabelecimento. Em troca, recebiam o dinheiro do cartão em espécie ou via Pix na conta de laranjas.

Nesta quarta-feira, foram bloqueadas as contas dos investigados, bem como apreendida grande quantia de dinheiro em espécie na residência dos investigados, inúmeros cartões corporativos de funcionários já desligados das empresas e diversas anotações contendo as senhas de ativação de cartões.

“Estamos apurando o envolvimento do grupo nesse marcado de créditos de vale-alimentação com outros envolvidos. Muitas empresas vêm sofrendo com esse tipo de golpe realizado pelos próprios funcionários”, disse o delegado Rodrigo Carbone, da 8ª DP.

Polícia Civil faz operação contra quadrilha que extorquia modelos no DF

Os criminosos ameaçavam divulgar vídeos íntimos das vítimas para extorqui-las. A quadrilha atuava em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Goiás e Rio Grande do Sul.

 

Uma quadrilha que extorquia modelos ameaçando divulgar vídeos íntimos das vítimas foi alvo de operação da Polícia Civil no Distrito Federal, São Paulo e no Pernambuco. Segundo as investigações, o grupo agia pelo menos desde 2019, e, só em Brasília, fez ao menos 14 vítimas. A quadrilha também atuava em São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Goiás e Rio Grande do Sul.

Além de ameaçar as mulheres, entre 18 e 30 anos, de divulgar vídeos na internet, a quadrilha ainda vendia os conteúdos em grupos fechados nas redes sociais sem que as vítimas soubessem.

De acordo com a Polícia Civil, os criminosos entravam em contato com mulheres por meio do Instagram, se passando por uma agência de modelos. Quando conseguiam a confiança delas, pediam fotos e vídeos íntimos com a promessa que elas ganhariam cachês milionários. As vítimas mandavam o conteúdo para a falsa agência. Dias depois, recebiam mensagens de outra pessoa, que elas não conheciam, fazendo ameaças de divulgação dos vídeos.

Quando falavam com a falsa agência, a agenciadora para quem o conteúdo foi enviado dizia que foi vítima de assalto e que o melhor a fazer seria enviar o dinheiro que estava sendo pedido. As vítimas eram, então, constantemente ameaçadas e mandavam até R$ 300 por vez. Algumas tiveram prejuízo R$ 2 mil, mas a polícia acredita que outras vítimas tiveram prejuízos maiores.

O delegado Glayson Mascarenhas conta que as investigações começaram há aproximadamente dois anos, quando uma vítima do Distrito Federal procurou a polícia por não conseguir pagar o que a quadrilha pedia.

A situação era repetidamente, eles entravam em contato, pediam uma quantia que, às vezes, era até baixa, mas continuavam pedindo o mesmo valor. Entravam em contato de novo, sempre com a mesma ameaça de divulgar os vídeos. As vítimas que nós ouvimos pagaram até quando conseguiram pagar, depois disso que procuraram a polícia, porque já estavam desesperadas mesmo, não tinham mais condições e também perceberam que a situação não ia parar’.

Nesta quinta-feira (14), sete mandados de busca e apreensão foram cumpridos. A polícia espera identificar mais integrantes da quadrilha e também mais vítimas.

 

Vice-prefeita de Luziânia é alvo de busca e apreensão da Policia Civil

Vice-prefeita de Luziânia é alvo de busca e apreensão da Policia Civil

A operação realizada na manhã desta quinta-feira (07), pela Polícia Civil, apreendeu celulares e computadores de diversas autoridades do município, entre elas, da vice-prefeita Diretora Ana Lúcia (Podemos).

Informações preliminares apontam para uma investigação relacionada com desvio de recursos habitacionais do programa Cheque-Reforma, fato ocorrido em 2018, quando a então vice-prefeita era vereadora.

Uma das linhas de investigação da Polícia aponta que os recursos eram liberados e alguns agentes políticos indicavam as pessoas que receberiam os cheques, no entanto, o dinheiro era desviado para outras finalidades.

A Polícia Civil não deu mais informações sobre o caso e por isso não foi possível afirmar qual a participação da atual vice-prefeita no suposto esquema. Declararam apenas que “é uma das investigadas”.

Operação Último Comando: Polícia Civil prende 22 integrantes de facção criminosa

A ação visa desarticular o grupo Terceiro Comando Puro, que atua no tráfico de drogas na Vila Cauhy e em outras regiões do DF e em Valparaíso de Goiás

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (21/12), a operação Último Comando*, que tem como objetivo desmantelar uma organização criminosa ligada ao tráfico de drogas na Vila Cauhy, no Núcleo Bandeirante, e em outras localidades do DF e de Valparaíso de Goiás. A quadrilha é vinculada à facção Terceiro Comando Puro (TCP), originária do Rio de Janeiro e considerada a segunda maior do estado.

Ao todo, foram expedidos 32 mandados de prisão e 30 de busca e apreensão nas residências dos suspeitos. Cerca de 180 policiais civis, entre agentes, delegados e escrivães, participam da ação, que conta com o apoio da Divisão de Apoio Logístico e Operacional (Dalop), da Divisão de Operações Especiais (DOE), da Coordenação de Repressão às Drogas (Cord), da Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Corpatri), da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape).

 

Até o momento, 22 criminosos foram presos. As investigações, iniciadas no final de 2022, revelaram que os principais traficantes da Vila Cauhy se filiaram à facção TCP, com o intuito de dominar o mercado ilícito de drogas na região e intimidar a população local.

 

Durante as apurações, foram coletadas provas e identificadas dezenas de pessoas envolvidas com o esquema criminoso. A operação Último Comando visa desestruturar a hierarquia e o financiamento da quadrilha, além de apreender armas, drogas e bens adquiridos com o lucro do tráfico.

TCP

O Terceiro Comando Puro é uma facção criminosa fundada em 2002, que tem como principal rival o Comando Vermelho (CV). O grupo é especializado em homicídios, tráfico de drogas e roubos, e tem forte atuação no Rio, no Espírito Santo e no Amazonas.

*O nome da operação foi dado exatamente para deixar claro para os criminosos daquela região que, na realidade, o comando que prevalece é o do Estado, das leis.

Polícia faz operação contra grupo suspeito de lavar dinheiro desviado do DFTrans

Agentes cumprem nove mandados de prisão temporária e sete de busca e apreensão. Ação é desdobramento de investigação feita em 2018, que identificou fraude no antigo sistema de bilhetagem da capital.

A Polícia Civil do Distrito Federal deflagrou, nesta quarta-feira (20), uma operação que investiga um grupo suspeito de levar dinheiro desviado do extinto sistema de bilhetagem DFTrans. Os policiais cumprem nove mandados de prisão temporária e sete de busca e apreensão, em Brazlândia.

A investigação desta quarta é um desdobramento da operação Trickster que, em 2018, identificou “condutas de corrupção e desvio milionários” do antigo sistema de bilhetagem da capital. Segundo a apuração da 18ª Delegacia de Polícia, de Brazlândia, após a ação anterior, o grupo formou uma organização criminosa para lavar dinheiro e evitar bloqueios judiciais.

 

Segundo a investigação, a organzação era formada por pessoas da mesma família e contava com participação de “laranjas”. Além disso, há suspeita de que um promotor do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) recebia propina dos suspeitos.

De acordo com a Polícia Civil, após a operação Trickster, as empresas de um casal suspeito de estar à frente do esquema foram colocadas no nome de “laranjas” para que não houvesse bloqueios judiciais e para que as companhias continuassem prestando serviço para o governo do Distrito Federal e para prefeituras.

 

PF faz operação no DF contra tráfico internacional de drogas e armas

PF cumpre 89 mandados judiciais, com bloqueio de valores na ordem de R$ 200 milhões de grupo criminoso

A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta terça-feira (5/12), a Operação Transloading com o objetivo de desarticular grupo criminoso especializado no tráfico internacional de drogas e de armas de fogo que atuava em diversos estados, transportando os materiais ilícitos da região de fronteira até o Nordeste do Brasil.

A ação visou o cumprimento de 37 mandados de prisão preventiva e 52 de busca e apreensão expedidos pela 3ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Piauí, e contou com a participação de 180 policiais federais para a execução das ordens judiciais nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Mato Grosso do Sul, Goiás, Pará, Maranhão, Ceará, Paraíba, Piauí e no Distrito Federal.

Durante as investigações, que foram iniciadas no final de 2022, foi identificado um grupo de distribuidores e comerciantes de droga estabelecidos no Piauí, Maranhão e Ceará, que se valiam da estrutura de sítios e imóveis rurais para armazenar os entorpecentes trazidos da Bolívia e do Paraguai, e, posteriormente, vendê-los em Teresina (PI), Imperatriz (MA) e Fortaleza (CE).

Apurou-se também que parte desses investigados tem relação com as facções criminosas que atuam nestes três estados. O caminhoneiro, responsável pelo transporte do entorpecente é morador de Brasília.

A Polícia Federal concentrou a investigação no grupo logístico da associação criminosa, responsável pelo transporte da droga oriunda da fronteira por rodovias do país.

Nessa fase, foram presos outros 10 caminhoneiros no Piauí, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Sergipe e Paraíba, e apreendidas cerca de 3 toneladas de maconha e cocaína.

Os principais líderes e fornecedores de droga do esquema criminoso foram identificados em São Paulo, Mato Grosso do Sul e Paraná, de onde comandavam as ações e o envio dos entorpecentes para o Nordeste.