Seja bem-vindo. 22 de maio de 2024 02:46
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Professor da rede pública do DF é investigado por pornografia infantil

Policiais civis apreenderam computador, notebook e celular na casa do suspeito, em Taguatinga. Investigação começou com Polícia Federal (PF)

Um professor da rede pública do Distrito Federal, de 45 anos, é alvo da Operação Profanus, deflagrada pela Delegacia Especial de Proteção a Criança e ao Adolescente (DPCA) na manhã desta terça-feira (30/4). Ele é suspeito de armazenar e compartilhar materiais com pornografia infantil.

Os policiais civis apreenderam computador, notebook e celular na casa do suspeito, em Taguatinga. A investigação começou na Polícia Federal (PF), em Santos (SP), em 2017, no contexto da segunda fase da Operação Ciranda de Pedra.

À época, os policiais apuravam práticas reiteradas de abuso sexual contra crianças e adolescentes, bem como de troca e armazenamento de imagens com pornografia infantojuvenil, tudo por meio da internet.

Em outubro de 2023, o material foi encaminhado à DPCA da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). A PF auxiliou a investigação por meio da Coordenação de Repressão a Crimes Cibernéticos relacionados ao abuso sexual infantojuvenil.

O material eletrônico apreendido será submetido a exame pericial pelo Instituto de Criminalística (IC) da PCDF. Caso seja encontrado conteúdo pornográfico com menores, o investigado pode ser condenado a pena de até quatro anos de reclusão.

“Também será apurado se ele praticou algum tipo de abuso sexual e se, além de armazenar, houve produção desse tipo de material”, destacou o delegado-chefe da DPCA, Wisllei Salomão

Investigação da PCDF, prende traficante em ceilândia

Na tarde de ontem (4/4), a PCDF, através da 15ª DP, deflagrou a operação Piglet e prendeu em flagrante um homem de 22 anos de idade pelo crime de tráfico de drogas.

A ação policial ocorreu durante monitoramento realizado pelos agentes da Seção de Repressão as Drogas na EQNN 1/3 em Ceilândia, os quais flagraram o exato instante em que o autor estava vendendo uma porção de maconha para um usuário, um homem de 21 anos de idade. Ao perceberem a aproximação policial os envolvidos dispensaram as porções de drogas em uma matagal próximo, contudo, após serem abordados, as drogas logo foram encontradas pelos policiais.

Os autores e as drogas encontradas, oito porções fracionadas de maconha, foram conduzidos para a 15a DP, local onde o usuário confessou a prática ilícita, tendo afirmado ter adquirido uma porção de maconha do traficante pelo valor de R$14,00 (catorze reais). Diante de tais circunstâncias, o usuário foi autuado em flagrante delito pelo crime de posse de drogas para consumo pessoal e foi liberado após se comprometer a comparecer em juízo quando intimado.

O vendedor foi autuado em flagrante delito pelo crime de tráfico de drogas e, após a formalização de sua prisão foi o mesmo recolhido à carceragem da DCCP onde permanecerá à disposição da justiça. Caso condenado ele estará sujeito à pena de 5 a 15 anos de prisão

Pefis genético ajuda polícia em investigação que prendeu Estuprador

Informações do Banco de Perfis Genéticos da Polícia Técnico-Científica de Goiás foram essenciais para identificar o serralheiro Daniel Mauricio de Oliveira, preso suspeito de cometer estupros em série na Grande Goiânia. Perita Criminal e Chefe de Gabinete da Polícia Científica, Mariana Mota explicou que desde 2015 eram coletados materiais biológicos do suspeito deixado em vítimas.

“Essas amostras iam sendo processadas [no Laboratório de Biologia e DNA Forense]. Gerava-se um perfil genético (DNA), e esse perfil era inserido no Banco de Perfis Genéticos. À medida que novas vítimas iam aparecendo, o banco ia reportando ‘matches’, que são as coincidências genéticas, e a gente encaminhava esses laudos para a Polícia Civil”, explicou.

Polícia Civil investiga fraude em concurso da polícia penal do DF

Foram expedidos 12 mandados de busca e apreensão. As ordens judiciais são cumpridas pela Polícia Civil em Pernambuco

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) deflagrou, na manhã desta terça-feira (5/12), a segunda fase da Operação Reação em Cadeia, que apura a ocorrência de fraudes no concurso público da polícia penal do Distrito Federal.

Ao todo, foram expedidos 12 mandados de busca e apreensão. As ordens judiciais são cumpridas em Pernambuco. As ações visam recolher documentos, celulares e outras provas de novos suspeitos.

A operação, que contou com a participação de dezenas de policiais civis do DF e de Pernambuco, é um desdobramento das análises das provas que foram arrecadadas na deflagração da primeira fase da operação, em março último.

As diligências tiveram início durante o andamento do concurso, a partir de informações repassadas pela Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape), à Polícia Civil do DF.

Os levantamentos realizados indicavam que alguns candidatos teriam burlado a isonomia do concurso e se beneficiado indevidamente para a aprovação no certame.

A operação é mais uma da série de investigações realizadas, desde o ano de 2015, pela PCDF, que apura fraudes na aprovação de candidatos em concursos públicos.

Ação é coordenada pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), do Departamento de Combate a Corrupção e ao Crime Organizado (Decor), e tem apoio da Polícia Civil do Estado de Pernambuco (PCPE).

De acordo com a Draco, mais de 70 pessoas já foram indiciadas no decorrer das investigações, entre elas estão os membros dessa organização criminosa, responsáveis pelas fraudes, além de pessoas que prestaram algum tipo de auxílio e funcionários públicos aprovados irregularmente em concursos.

Caso seja comprovada a fraude, os envolvidos poderão responder pelos crimes de fraude a certame de interesse público, organização criminosa e falsificação de documento público, com penas que, somadas, chegam a 15 anos de prisão.

 

Polícia investiga funcionários suspeitos de extorquir quase R$ 2 milhões de casal de idosos em Brasília

Vítimas têm 95 e 97 anos e passaram a pagar preços exorbitantes por serviços dos trabalhadores. Ninguém foi preso.

Um grupo de funcionários que prestava serviços para um casal de idosos é investigado pela Polícia Civil do Distrito Federal por extorquir quase R$ 2 milhões das vítimas. Segundo a Polícia Civil, os suspeitos trabalhavam há anos para as vítimas e passaram a cobrar preços elevados pelos serviços que prestavam. De acordo com a Polícia Civil, os quatro funcionários – três mulheres e um homem – conquistaram a confiança dos patrões, moradores da Asa Sul, bairro nobre de Brasília. A investigação identificou que, por exemplo, as empregadas chegaram a cobrar R$ 5 mil por uma diária de limpeza.

Além disso, o motorista cobrou R$ 70 mil por uma viagem dentro de Brasília, em apenas um dia. As vítimas têm 95 e 97 anos, são servidores públicos aposentados e não têm filhos. Eles eram cuidados por uma sobrinha da idosa, que desconfiou do crime e acionou a polícia.

“Essa exploração impedia que os idosos vivessem na condição de vida adequada. Eles estavam com pouca comida, pouca qualidade de vida e não iam aos médicos. Estavam sofrendo negligência”, diz a delegada à frente do caso, Cyntia Carvalho.

O caso é investigado pela Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa, ou por Orientação Sexual, ou Contra a Pessoa Idosa ou com Deficiência (Decrin). Os investigadores cumpriram, nesta quinta-feira (23), quatro mandados de busca e apreensão na casa dos suspeitos, que são da mesma família. Segundo os policiais, o padrão de vida deles não condiz com a renda que eles recebem, de R$ 2,7 mil por mês. Os suspeitos, segundo a corporação, tinham três carros avaliados em mais de R$ 100 mil, móveis novos e uma TV de 85 polegadas. Seis celulares foram apreendidos, mas ninguém foi preso.

Por causa da suspeita dos crimes, a Justiça emitiu uma medida protetiva para que os funcionários não se aproximem do casal de idosos. Todo material apreendido e as constas bancárias dos suspeitos serão analisadas.

Grupo é investigado por aplicar golpes para roubar carros e celulares de motoristas de aplicativo no DF

Criminosos criavam perfis falsos e se passavam por mulheres para solicitar corridas e cometer crimes. Duas pessoas foram presas.

A Polícia Civil do Distrito Federal deflagrou, nesta terça-feira (21), uma operação contra um grupo especializado em assaltar motoristas de transporte por aplicativo. Segundo a investigação, os suspeitos roubavam celulares e carros das vítimas. Os policiais cumpriram dois mandados de prisão preventiva e quatro de busca e apreensão. Segundo a investigação, os suspeitos criavam perfis falsos nos aplicativos para solicitar corridas e cometer os crimes.

Os suspeitos faziam os pedidos de corrida durante a madrugada, em bares de grande circulação em Ceilândia e Taguatinga. No perfil, eles colocavam nome de mulheres, com objetivo de enganar as vítimas. Quando os motoristas chegavam nos estabelecimentos, eles eram abordados pelos criminosos, que faziam ameaças usando armas de fogo. Em seguida, as vítimas eram levadas para locais afastados, onde tinham os bens roubados.

Foram ao menos quatro casos registrados em Ceilândia, Taguatinga e Santa Maria. Após os roubos, os veículos eram adulterados e enviados para outras unidades da federação. Os suspeitos devem responder pelos crimes de roubo qualificado e associação criminosa. A penas variam entre 5 e 13 anos de prisão. A operação é coordenada pela Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (CORPATRI).

Conselheiro do TCDF cobra investigação célere após PM matar cachorro

André Clemente enviou documento ao comandante-geral da PMDF no qual cobra investigação no caso em que policial matou cachorro com tiro

O conselheiro do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) André Clemente cobrou do comandante-geral da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), coronel Adão Teixeira de Macedo, apuração “célere e abrangente” sobre o caso em que um cachorro foi morto com tiro na cabeça durante ação da corporação, na última quinta-feira (9/11).

Clemente, que é o relator das contas do Governo do Distrito Federal (GDF) de 2023, reforçou “a importância de uma investigação célere e abrangente do evento, não apenas no aspecto punitivo, mas, também e sobretudo, para o aperfeiçoamento institucional no trato e na proteção dos animais, a fim de evitar novas ocorrências similares, desperdício de recursos públicos em eventos trágicos e sofrimento de todos os envolvidos”.

Segundo o conselheiro, uma das abordagens priorizadas no julgamento das contas de 2023 será a eficácia de políticas públicas voltadas à proteção dos animais. “Esse lamentável ocorrido não condiz com a respeitabilidade da PMDF e suas missões institucionais, e se torna mais grave quando cotejado com os vultosos investimentos públicos feitos à corporação”, ressaltou.

Clemente pontuou que, “dentre os vários aspectos questionáveis do ocorrido, a serem objeto de percuciente análise pelas autoridades competentes, causa consternação que a atuação policial, com os investimentos nela envolvidos, tenha redundado, sem motivação aparente, em tese, morte de um animal”.

No documento encaminhado ao comandante-geral da PMDF, o conselheiro do TCDF alertou que a conduta dos PMs envolvidos na ação corresponde ao crime de maus-tratos a animais, com pena prevista de 2 a 5 anos de reclusão e multa.

 

Corregedoria abre investigação após vídeo com policiais militares de Goiás dançando viralizar

No vídeo, o policiais aparecem requebrando usando a farda da instituição ao som de uma versão dançante de “Anunciação”

A Corregedoria da Polícia Militar de Goiás (PMGO) iniciou uma investigação interna após dois militares serem filmados dançando de farda durante o baile de formatura do Curso de Oficiais da Saúde. O caso aconteceu no último sábado (21).

Segundo o documento, os oficiais teriam cometido “possíveis práticas de falta de compostura e desrespeito aos símbolos institucionais da PMGO”.

No vídeo, o policiais aparecem dançando usando a farda da instituição ao som de uma versão dançante de “Anunciação”, do músico pernambucano Alceu Valença, em um palco durante a festa. A farda de um deles aparece desalinhada, o que é citado no documento da Corregedoria. Ao fundo, outro militar aparece com uma taça de cerveja, também com uso de fardamento.

 

Polícia investiga empresas de fachada por sonegação fiscal de R$ 12 mi

Empresas eram usadas para emissão de notas fiscais frias e para permitir a circulação de dinheiro proveniente de ações tributárias ilícitas

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) cumpriu, na manhã desta sexta-feira (20/10), seis mandados de busca e apreensão a fim de coibir um esquema de sonegação fiscal praticado por empresas do ramo de equipamentos de filmagem, fotografia e drones que atua na capital do país.

As buscas ocorreram na Feira dos Importados, no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), bem como nas regiões de Águas Claras e do Itapoã.

As investigações da Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Ordem Tributária (DOT) revelaram que o grupo empresarial alvo da operação obteve uma dívida tributária superior a R$ 12 milhões, devido ao esquema, e usava empresas de fachada para emitir notas fiscais frias.

Além disso, por meio das mesmas empresas, o grupo fazia circular dinheiro proveniente de ações tributárias ilícitas, há ao menos 10 anos.

Investigado por ameaçar e perseguir mulheres, ex-diretor da Polícia Civil do DF é aposentado

Ministério Público abriu investigação após denúncia ser revelada ,deputados cobram rigor nas apurações

O ex-diretor da Polícia Civil do Distrito Federal investigado por ameaçar e perseguir duas mulheres se aposentou. A dispensa do delegado Robson Cândido foi publicada no Diário Oficial do DF nesta terça-feira (17).

A portaria cita uma decisão do Tribunal de Contas do DF (TCDF), onde consta que a aposentadoria de policiais civis é concedida por tempo de serviço prestado em “atividades exercidas sob condições especiais, nocivas à saúde ou à integridade física de servidor público, com conversão do tempo especial em tempo comum, tendo em vista recente decisão do Supremo Tribunal Federal – STF no julgamento do Tema 942, de Repercussão Geral.”

Cândido pediu exoneração do mais alto posto da PCDF após virar alvo de investigação da Corregedoria por conta de duas denúncias de duas mulheres contra ele. As mulheres o acusaram, em boletins feitos na Delegacia da Mulher, de ameaças e perseguição, inclusive em locais de trabalho e na casa de uma delas 

Após a divulgação, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios abriu investigação “uma vez que tais fatos em apuração foram praticados por policial civil no exercício ou em razão de suas funções.” Deputados da Câmara Legislativa do DF também cobram rigor nas apurações.

 

A promotoria ainda avalia colher o depoimento do delegado. Delegados próximos ao então diretor-geral também podem ser ouvidos.

 

Em nota a Polícia Civil afirma que, ao aposentar o delegado, a “instituição age em estrito cumprimento dos preceitos constitucionais e legais sobre o tema. Todos os procedimentos administrativos estão em andamento e correm sob o diligente controle externo do Ministério Público e do Tribunal de Contas, particularmente em relação ao procedimento administrativo de aponsentação.”