Covid-19: Brasil tem 8.195 casos e 62 mortes em 24 horas

Covid-19: Brasil tem 8.195 casos e 62 mortes em 24 horas

O boletim indica que 29.944.584 pessoas se recuperaram da doença, o que representam 96,7% dos infectados pela covid-19. Há ainda 342.541 casos em acompanhamento

O Brasil registrou, em 24 horas, 8.195 casos e 62 mortes por covid-19 segundo o boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde. Desde o início da pandemia, foram registrados 30.953.579 casos e 666.453 mortes pela doença.

O boletim indica que 29.944.584 pessoas se recuperaram da doença, o que representam 96,7% dos infectados pela covid-19. Há ainda 342.541 casos em acompanhamento.
Segundo o ministério, o boletim não traz dados atualizados do Distrito Federal e dos estados do Ceará, do Maranhão, de Minas Gerais, Mato Grosso, Paraíba, Rio de Janeiro, Roraima e Tocantins. O Mato Grosso do Sul não atualizou o número de óbitos. Esses dados não foram atualizados porque o ministério não recebeu os dados das secretarias estaduais de Saúde antes da divulgação do boletim.

Estados

São Paulo é o estado que tem o maior número de casos e de mortes por covid-19, com 5.502.590 e 169.234, respectivamente. No número de casos, o estado do Sudeste é seguido por Minas Gerais (3,4 milhões) e Paraná (2,5 milhões). Os menores números estão no Acre (125.975), em Roraima (155.745) e no Amapá (160.421).
Entre os óbitos, o segundo e o terceiro estado com maior número de mortes são Rio de Janeiro (73.797) e Minas Gerais (61.544). Os menores números está no Acre (2.002), no Amapá (2.134) e em Roraima (2.152).

Boletim epidemiológico covid-19 – Ministério da Saúdeb

Vacinação

Segundo o Ministério da Saúde, foram aplicados até agora 434,37 milhões de doses de vacina contra a covid-19, sendo 176,98 milhões da primeira dose, 158,97 milhões da segunda dose e 4,89 milhões de doses únicas.
A primeira dose de reforço foi aplicada em 85,5 milhões de pessoas, a segunda dose de reforço em 4,28 milhões e a dose adicional em 3,74 milhões.

Covid-19: DF começa a aplicar reforço em jovens a partir de 12 anos

Covid-19: DF começa a aplicar reforço em jovens a partir de 12 anos

Serviço inicia nesta segunda-feira (30/5). A vacina deve ser tomada quatro meses depois da segunda dose. Capital tem 268.474 adolescentes na faixa dos 12 a 17 anos, sendo que 173.337 estão aptos a tomar o reforço

A aplicação da dose de reforço contra covid-19 em jovens a partir de 12 anos está liberada no Distrito Federal. No sábado (28/5), a Secretaria de Saúde (SES-DF) levantou que a quantidade de doses disponíveis é suficiente para dar início ao serviço nesta segunda-feira (30/5). Os pontos de atendimento são atualizados diariamente no site da pasta. Confira aqui.

A medida segue orientação da nota técnica nº 35, do Ministério da Saúde, divulgada na última sexta-feira (27/5). O DF tem 268.474 adolescentes na faixa de 12 a 17 anos, agora, público-alvo da campanha. Desses, 241.783 iniciaram o esquema vacinal, e 194.898 receberam a segunda dose (D2). Considerando os quatro meses de intervalo entre a D2 e a dose de reforço, no momento, 173.337 adolescentes estão aptos a tomar o reforço.
O vacinômetro atualizado pela pasta indica 2.510.887 pessoas tomaram a primeira dose (D1); 2.337.953 estão com a D2 em dia; 1.211.457 reforçaram o ciclo vacinal com a D3; e 126.813, com a quarta dose (D4). Da população total de 3.052.546, o DF tem 90,32% vacinados com a D1 e 84,24% com a segunda dose ou dose única.

Casos de covid

Com o aumento do número de casos de covid-19 no DF, a vacinação se torna mais importante para evitar complicações causadas pelo vírus. Na sexta-feira, a Secretaria de Saúde (SES-DF) divulgou que a taxa de transmissão chegou a 1,44 e superou o maior dado de 2021 — que foi 1,35, em 7 de março. O valor de aponta que cada 100 brasilienses com a doença podem transmiti-la, em média, a outros 144.
O último boletim epidemiológico, que é de quinta-feira (26/5), registrou 1.450 pessoas diagnosticadas com a covid-19 em 24 horas. A última vez que o Distrito Federal atingiu 1 mil casos positivos da doença foi em 7 de março. Assim, a capital federal chegou a 705.948 infectados desde o início da pandemia. Em relação às médias móveis — levantamento realizado pelo Correio —, a de infecções pelo novo coronavírus está em 919, o que representa um aumento de 255% em relação a 14 dias atrás. Já a média móvel de óbitos está em 1,2, o que demonstra uma queda de 40% na comparação com o cálculo de 14 dias atrás.

Mistério: Dramática falta de médicos em Valparaíso, quem e verdadeiro secretário de Saúde Rosangela Palácio ou Paulo Cesar?

Mistério: Dramática falta de médicos em Valparaíso, quem é verdadeiro secretário Rosangela Palácio ou Paulo Cesar?

Na guerra pela Secretaria de Saúde de Valparaíso de Goiás, a segunda maior receita do município na gestão fracassada de Rosangela Palácio a frente da pasta continua ou Paulo César irá ser o herdeiro desta herança maldita…

Desde que tomou posse em segundo mandato, a prefeito de Valparaíso de Goiás, Pábio Mossoró (MDB), vem enfrentando duras e constantes críticas da população, principalmente em relação a problemas como buracos nas vias públicas, vazamentos de água e esgoto, e falta de limpeza urbana. Até mesmo aliados da base não têm poupado queixas à atual gestão do Executivo.

Ao mesmo tempo em que tenta driblar todos esses problemas, além de uma grave crise financeira, Mossoró se depara com a dificuldade de manter a uniformidade da “linha de frente” da administração municipal. Em cinco anos e meio, a prefeita realizou pelo menos (cinco), 5 trocas de comando da secretaria de saúde, segundo levantamento feito pelo nosso veículo de comunicação População Ativa e Valparaíso Bem Informado.

O caso que mais chama a atenção é o da secretária de Saúde, que desde a licença de Rosangela não se sabe mais quem é Secretário se é Rosangela ou Paulo. É complicado, porque você acaba não conseguindo entender que de fato está acontecendo que mistério e esse um leva o nome de Secretário é a outra despacha, tipo um abafa, até se diz nos corredores da Secretaria municipal de Saúde que além de Rosangela não ter competência para administrar a mesma não aguenta pressão diante dos problemas, neste sentido o prefeito Pábio Mossoró tenta tirar o foco e abafar os problemas.

Interinos, mas permanentes
Outra situação comum é a nomeação de interino – hoje está assim –, que pelo longo tempo exercendo a função provisoriamente, acabam sendo tratados, ou até empossados, como titulares.

Em Março o agente político Paulo César de Moura que permaneceu como Secretário interino da pasta, veja estes detalhes em 13 de Maio Prefeito Pábio publicou em suas redes sociais, que iniciou ao lado de Paulo Cesar o acessor da Secretaria  de Saúde visitando a Facesa sobre a parceria do município com faculdade naquele momento registrado a inauguração da clínica do Centro de Reabilitação, más pasmem já no dia 06 de Maio 7 dias antes na sua mesma redes sociais oficial o prefeito escreveu que estava acompanhado do Secretário de Saúde Paulo César, na ESF do bairro Valparaizo II, não para por aí,   já no dia 29 de Abril em uma cerimônia por meio da Secretaria Municipal de Saúde foi entregue uniformes aos Agentes de Combate a Endemias ( ACEE’S) novamente prefeito menciona Dr. Zeli sua vice é na oportunidade também Paulo Cesar como secretário de Saúde, agora já em uma outra situação 26 de Abril,  Mossoró em em reunião em seu gabinete com participação do Secretário de Saúde do Estado, sem a presença da Rosangela Palácio ele mencionou Paulo César como acessor da Secretaria de saúde, só que  nos dias 13, 08, 04, 02 de Abril que Paulo Cesar foi mencionado claramente e publicamente como secretário interino da Saúde, houve outras agendas da Saúde como 08 de Fevereiro Pábio não falou nem Paulo nem Rosangela, somente em 07 de Fevereiro Mossoró pública  em sua rede social oficial o nome de Rosangela como secretária, só não se esqueceu que em 23 de Março Paulo Cesar já estava despachando como ordenador de despesa na Secretaria Municipal de Saúde.

Antiético
A “dança das cadeiras” na administração municipal não é avaliada de forma positiva pelo filósofo e cientista político , sob justificativa de que a troca constante de comando das secretarias e a permanência de interinos por muitos meses prejudicam a execução dos programas de governo.

Silvio também classifica isso como possivelmente  como acúmulo de função em  “antiético”, destacando que, na maioria dos casos, quem é indicado para chefiar um departamento ou secretaria nem sempre possui conhecimento técnico e experiência sobre a área comandada.

“Valparaíso é uma vergonha nacional. Eu questiono a seriedade dessas nomeações, tanto por parte de quem nomeia, como de quem aceita. Qual interesse há por trás disso? Essas pessoas têm tanta competência para ocupar esses cargos ao mesmo tempo?”, questionou. Um servidor do município que não quis se indentificar.

artigo 37 da Constituição Federal proíbe o acúmulo remunerado de cargos públicos, ou seja, secretários que chefiam mais de uma pasta não podem receber salários dobrados ou triplicados.

Cargo de livre provimento e exoneração a critério do Chefe do Executivo, sob orientação do Secretário de Pasta, avaliados os critérios de confiança das funções.

No que diz respeito à carga horária do cargo comissionado, que via de regra o seu ocupante obriga-se ao regime de trabalho integral, qual seja: oito horas, conforme o inciso XIII, do art. 7º, da CF, estendido aos servidores públicos pelo art. 39, § 3o, da mesma Carta. Acresça-se, ainda que, a complexa atividade do cargo de Secretário Municipal, agente político responsável pela gestão dos recursos de sua pasta e coordenação de diversas atividades, nos leva a crer na exígua possibilidade de haver adequação destas atividades que exigem integralidade de horário com outro cargo de provimento efetivo no âmbito municipal (ou estadual)

Ainda, o cargo de Secretário Municipal não é enquadrado, ao nosso ver, como cargo técnico ou científico, já que para assumi-lo, também via de regra, não é necessário nenhuma qualificação ou habilitação específica (titulação universitária, por exemplo), visto que as atividades de uma Secretaria Municipal envolve atividades administrativas (supervisão, coordenação e controle) e políticas (no sentido amplo). Assim, pode perfeitamente, alguém ter apenas o ensino médio (antigo segundo grau) e assumir uma Secretaria, pois nenhuma qualificação específica se exige para os mesmos (salvo competência e eficiência).

Em 06 de maio de 2022, o Vereador Jabá Martins ( AVANTE), publicou em seu Status ” tive reunido com Secretário de Saúde Paulo César em uma reunião produtiva “, já Vereador Zequinha ( PL) disse ” Para mim o Secretário de Saúde e Rosangela, até sair algo oficial então a ela que eu irei fazer indicação” .

Os princípios da administração pública são regras que visam garantir um bom desempenho do serviço público. No Brasil, elas estão presentes no Art. 37 da Constituição Federal de 1988. Os princípios são: Legalidade Impessoalidade Moralidade administrativa Publicidade Eficiência. Baseado nesta artigo se tem Secretário de Saúde quem será? Até momento está uma bagunça, tudo paralelo nada oficial vários contraditórios em esse mistério de quem é o secretário de fato.

Os moradores de Valparaíso de Goiás, acordaram sem a presença de atenção profissional na sua Unidade Básica de Saúde (UBS). O posto de saúde, que conta com duas equipes de Estratégia Saúde da Família, contava com médicos programa ” Melhor em Casa” na Vila Guaíra.

A reportagem visitou o bairro Vila Guaíra Nova e se deparou com sem médicos na UBS , após, por ausência de médicos. Outros que atendiam em Cidade de Valparaíso também já haviam partido. Maior complexo habitacional de Valparaíso, com mais 50 mil pessoas entre Vila Guaíra e Céu Azul, pessoas vivem no bairro e contam com a UBS. Em visitas às UBS lotadas de pessoas à espera de atendimento, e em entrevista com alguns deles, a ausência dos profissionais já podia ser sentida.

A usuária Arlete Silva, realiza tratamento médico nas pernas depende da UBS, Moradora da Qd 169, desde a urbanização, há 20 anos, ela conta que havia poucos médicos trabalhando na região antes da implementação do programa federal, e eles começaram o tratamento más pararam na  metade do caminho.

 

No dia 05 de Maio de 2022, diário oficial n°82, publicado mostra as contratações do processo seletivo da Saúde, como exemplo de um dos Médico Pediatra – Plantão 12 hrs Protocolo com nome Vinicius Machado Aguiar, 042.533.251-90, ficou classificado…. más muitos dos médicos contratados acabaram desistindo.

Em contato com nossa equipe o Paulo Cesar disse ” a falta de médico nas unidades de saúde de Valparaíso de Goiás,  é devido a desistência de muitos por causa do salário que é menor do que em outros lugares’.

Rosângela Palácio, está ou não na secretária… é isso que a população quer saber,  se a mesma além de não ser comunicativa,  não respeitar as reivindicações populares é se isolar virando as costas deixando um desastre de acumulações de problemas, pode ser que de fato a mesma venha ser substituída, tendo em vista o fracasso da sua experiência na administração pública, se fala até nos corredores da prefeitura que a mesma queria de volta para Secretaria de Administração, más o prefeito não aceitou por que  a mesma segundo o chefe do Poder Executivo disse para Palácio que em 4 anos a frente da Secretaria de Administração ela não conseguiu elaborar um plano de carreira,  para os servidores públicos do município… já por outro lado em tempo em que Paulo César substituiu de forma interina Rosângela,  o mesmo conseguiu destravar algumas pequenas coisas que  estariam travadas há mais de um ano.

Enquanto a saúde um caos,  os problemas continua, ninguém sabe quem sai ou que fica más de uma coisa eu temos certeza essa estratégia do prefeito está indo de água abaixo,  porque a saúde de Valparaíso está na UTI apesar de não termos uma UTI com mais de 30 milhões que recebemos do governo federal e até hoje não temos transparência deste dinheiro.

Nossa equipe não conseguiu e não consegue contato com Rosângela Palácio, uma vez que a mesma bloqueia nosso contato devido a sua falta de equilíbrio e preparo para solucionar os grandes e graves problemas na saúde de Valparaíso.

Já por outro lado Paulo César, disse está aguardando a nomeação do prefeito Pábio Mossoró ( MDB), que sairá dia 01 de Junho,  para se tornar secretário definitivo.

Enquanto isso a população assistindo está novela na saúde de Valparaíso.

Pilula de Paxlovid: SUS terá remédio contra a covid-19

Pilula de Paxlovid: SUS terá remédio contra a covid-19

O Paxlovid se mostrou capaz de reduzir em até 89% o risco de hospitalização e morte nos grupos de risco

O Ministério da Saúde aprovou o uso no Sistema Único de Saúde (SUS) do primeiro remédio oral para casos leves a moderados de covid-19. O anúncio foi feito no último dia 6 pela pasta. Trata-se do Paxlovid, fabricado pela farmacêutica Pfizer e composto pelos medicamentos nirmatrelvir e ritonavir, embalados e administrados juntos. O ministério tem 180 dias, após publicação da incorporação, para disponibilizar a tecnologia na rede pública.

Com potencial para impedir o agravamento da doença, o medicamento será ofertado para pacientes adultos imunocomprometidos ou com idade igual ou superior a 65 anos. O tratamento só poderá ser utilizado em caso de teste positivo para covid-19 e em até cinco dias após início dos sintomas, mediante receita médica, informou o ministério. Quanto à posologia, são 300mg de nirmatrelvir (dois comprimidos de 150mg) com 100mg de ritonavir (um comprimido), todos tomados juntos, por via oral, duas vezes ao dia, durante cinco dias.
O Paxlovid se mostrou capaz de reduzir em até 89% o risco de hospitalização e morte nos grupos de risco. Segundo o Ministério da Saúde, o nirmatrelvir é uma molécula que inibe uma enzima importante do coronavírus, impedindo que ele se prolifere. Já o ritonavir inibe outra enzima que degrada o nirmatrelvir. Pela decisão tomada pela pasta, também será feita uma reavaliação em até 12 meses sobre o uso do remédio.

Na última quinta-feira, a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) recomendou a incorporação do remédio no SUS. Também recomendou evitar seu uso durante a gravidez, e em pacientes com insuficiência renal grave ou com falha renal. Antes da Anvisa, o remédio já tinha sido autorizado pelas agências dos Estados Unidos, da União Europeia, do Canadá, da China, da Austrália, do Japão, do Reino Unido e do México. No mês passado, o Ministério da Saúde havia incorporado o medicamento baricitinibe para casos graves do vírus.
O vice-presidente da Sociedade de Infectologia do Distrito Federal, Alexandre Cunha, explicou que a medicação possui ação antiviral potente. No entanto, ressaltou que a vacina ainda é o modo mais eficaz de imunização.

“O medicamento impede a progressão da doença para formas mais graves e pode ajudar a população. Mas a vacina continua sendo o método mais eficaz. Já nos casos em que a vacina não tem tanta eficácia, entre idosos e pessoas com baixa imunidade, essas medicações podem ser usadas como coadjuvantes. A medicação é bem-vinda. É mais uma arma no combate contra a covid-19, principalmente para população que não conseguiu se imunizar adequadamente”, concluiu.

Um terço dos infectados com covid-19 continua com sintomas após fase aguda

Um terço dos infectados com covid-19 continua com sintomas após fase aguda

Um em cada três pessoas que têm covid-19 continuará com sintomas, mesmo após a fase aguda. Fadiga é a sequela mais comum, mas estudo descobre diferenças entre pacientes hospitalizados e aqueles com atendimento ambulatorial

P ara 30% dos sobreviventes do Sars-CoV-2, a doença causada por ele não acaba com o fim dos sintomas. Bastante estudada desde os primeiros casos de recuperação da fase aguda, a chamada covid longa caracteriza uma série de condições que acompanham os pacientes mesmo depois de curados da infecção. Havia dúvidas, porém, sobre sua prevalência. Agora, um estudo publicado por pesquisadores da Universidade da Califórnia, em Los Angeles (Ucla), constatou que as sequelas estão presentes em uma de três pessoas afetadas pelo coronavírus.

Segundo Sun Yoo, professor clínico de ciências da saúde na Escola de Medicina David Geffen da Ucla, “a incidência e os fatores de risco da covid longa, e até mesmo a definição da síndrome, permaneceram obscuros ao longo da pandemia”. Por isso, ele se associou a outros pesquisadores para avaliar características como sintomas, prevalência e incidência, em um grupo de 1.038 pacientes de covid-19, dos quais 309 apresentaram consequências persistentes da infecção.
Como esperado, pessoas com histórico de hospitalização, diabetes e índice de massa corporal mais alto eram mais propensos a desenvolver a síndrome. Contudo, para a surpresa dos pesquisadores, características associadas previamente à covid longa e à gravidade da doença, como idade avançada e status socioeconômico, não tiveram relação, neste estudo, com a permanência dos sintomas depois da fase aguda.

Acompanhados por um ambulatório da própria Ucla desde o início da infecção, 30,8% dos pacientes que foram hospitalizados e 26,5% daqueles que receberam atendimento ambulatorial desenvolveram a síndrome. No total, 29,8% dos 1.038 incluídos no estudo tiveram sintomas persistentes, que se mantiveram por mais de 30 dias. Os mais comumente relatados foram fadiga (73,2%), seguida de falta de ar (63,6%), febre e calafrios ( 51,5%) e, por fim, dores musculares (50,6%).
Passados 60 dias da infecção, a fadiga foi o sintoma mais relatado (31,4%), seguida de falta de ar (13,9%) e perda de paladar ou olfato (9,8%). Febre persistente (1,9%) e erupção cutânea (< 1%) foram raras. Ao comparar pacientes hospitalizados com os ambulatoriais, o cansaço crônico foi o sinal persistente mais comum em ambos os grupos. Entre os que ficaram internados, a falta de ar (15,4%) ficou em segundo lugar, de acordo com o artigo, publicado na Internal Journal of Emergency Medicine.

Os fatores associados à síndrome pós-covid também foram diferentes entre pessoas tratadas no ambiente hospitalar versus ambulatorial. No segundo, os pacientes eram mais jovens, com maior probabilidade de serem brancos. Mulheres e indivíduos com seguro saúde eram a maioria. Já em relação aos internados, idade e etnia não se correlacionaram com a permanência de sintomas, embora o sexo feminino tenha sido, estatisticamente, mais afetado. De acordo com Yoo, o estudo destaca a necessidade de se considerar diversos fatores nas investigações sobre covid longa, incluindo alguns que não foram incluídos nessa pesquisa em particular.
“O estudo ilustra a necessidade de se acompanhar longitudinalmente diversas populações de pacientes para entender a trajetória da covid longa e avaliar como fatores individuais, como comorbidades pré-existentes, fatores sociodemográficos, status de vacinação e tipo de variante do vírus, afetam o tipo e a persistência da covid longa”, diz. “Nosso estudo também levanta questões como: por que os pacientes com seguro privado tinham duas vezes mais chances de desenvolver covid longa? Como os sintomas persistentes podem ser de natureza subjetiva, precisamos de melhores ferramentas para diagnosticar com precisão a síndrome. Finalmente, precisamos garantir o acesso equitativo aos cuidados ambulatoriais da covid longa.”

Fardo

Deborah Dunn-Walters, professora de imunologia da Universidade de Surrey, no Reino Unido, concorda que são necessários mais estudos para caracterização da covid longa, incluindo o perfil dos pacientes mais suscetíveis. “Apesar das tentativas de caracterizar a síndrome, há uma diversidade de sintomas associados. Não compreendemos ainda todos os processos que estão por trás da covid longa”, diz. De acordo com a especialista, acredita-se que o sistema imunológico desempenhe um papel no desenvolvimento da síndrome em um número significativo de casos, provavelmente como resultado de uma resposta imune super-reativa e/ou levemente mal tratada durante a infecção aguda.

Para ela, uma das formas mais eficazes de evitar a persistência dos sintomas, o que afeta não só o paciente, mas pode se tornar um fardo para os sistemas de saúde, é a vacinação. “Revisões de estudos têm mostrado que, pessoas vacinadas e que pegam covid são menos propensas a desenvolver a forma longa se tiverem recebido uma ou duas doses do imunizante, em comparação com indivíduos não vacinados. A melhor forma de evitar os sintomas pós-covid é se vacinar.”

Resultados trás números positivos na saúde pública de Valparaíso nos últimos dias veja:

Nosso veículo tem a independência para apontar os erros da gestão municipal de Valparaíso. Somos imparciais, e temos uma ética com muita responsabilidade em levar informação de qualidade até você leitor.

Apontamos erros e iremos continuar mostrando os fatos como eles são sem distorção, inúmeras vezes já apresentamos problemas da Secretaria Municipal de Saúde, é continuaremos a fazer este trabalho, sabendo que tem muita coisa a ser feito, más observamos que nos últimos dias houve algumas avanços em ações positivas que podem trazer resultados no interesse público coletivo da sociedade… nisto resolvemos apresentar estes números;

Inauguração do CIAM, que pode mudar na saúde de Valparaíso?

CIAM inauguração sede nova, terá mais profissionais com mamógrafo e ecografia, atendimentos eram 1.500 pacientes atendidos por mês, passará com a nova estrutura atendimentos para 2.500 pacientes


A sede própria do CIAM foi inaugurada na tarde da última quinta-feira (30), a nova sede fica localizada no bairro Valparaizo II, ao lado do CAIS, o órgão é ligado à Secretaria Municipal de Saúde e tem como missão garantir atendimento gratuito nas áreas de ginecologia, mastologia, nutricionista, assistência social, prevenção, pré-natal assistido e de risco.

O novo local é amplo, aconchegante e oferecerá um atendimento humanizado para as mulheres do município de Valparaíso. A inauguração do espaço faz parte de uma estratégia da administração municipal para intervir em uma das áreas mais degradadas de Valparaíso.

Com recurso federal projeto do CIAM,  e ainda desde a época da gestão da ex-prefeita Lucimar Nascimento ( PT), em 2016, e concluído agora na atual gestão.

Já está funcionando na região do Bairro Valparaizo II, o Centro Integrado de Atendimento à Mulher da Prefeitura de Valparaíso, equipamento público destinado a dar assistência ao público feminino. O objetivo é buscar mulheres que sejam usuárias do serviço público venha oferecer atendimentos variados, como assistência social, inclusão produtiva e abertura para serviços de saúde, já que fica bem próximo a um dos Centro Emergenciais de nosso município.

Segue a baixo a lista de exames feitos na unidade:

– Punção
– Conização
– Cauterização
– Pequenas cirurgia
– Inserção de Diu e retirada de Diu
– Colposcopia
– Retirada corpo estranho (biópsia)
– Retirada de pólipo
– Transvaginal
– Ecografia gestacional
– Prevenção.

Em seguida vamos mostrar pela primeira vez o Centro de Reabilitação será revitalizado, algo que chama atenção.

Revitalização do Centro de Reabilitação

O Centro de Referência em Reabilitação de Valparaíso de Goiás éum órgão ligado à Secretaria Municipal de Saúde, que visa
assegurar o acompanhamento e cuidado aos seus usuários de forma integrada e multidisciplinar.

Centro de Reabilitação está sendo revitalizado, hoje tem atendimentos em 6.500 pacientes ao mês.

“Após este período, os pacientes são encaminhados para reabilitação, principalmente para a fisioterapia. Como são muitas sequelas que estão sendo identificadas nesses casos, os pacientes necessitam de tratamentos que envolvem outros profissionais da reabilitação, como fonoaudiólogo, psicólogo e terapeuta ocupacional”, enfatizou diretora Miriam de Sousa .

A pasta da Secretaria municipal de saúde destaca que os pacientes terão equipe de reabilitação para tratar sequelas pós-Covid em somente um local. Neste projeto será feita a reforma do espaço físico, pintura e reparos da estrutura hidráulica e elétrica por funcionários da Secretaria Municipal de Obras.

Além das obras abrangeram salas e corredores adjacentes que foram anexados ao espaço, para abrigar os novos serviços. Agora o Centro de Reabilitação não e somente serviço de fisioterapia, ele passa a ser um centro de reabilitação que inclui o atendimento de sequelas pós-Covid.

O secretária municipal de Saúde, disse que a população acometida pelo vírus que ficou internada tem uma série de necessidades até sua completa reabilitação. A ideia é oferecer atendimentos em diversas áreas que possam facilitar a vida dos pacientes.

ESPECIALIDADES OFERECIDAS:
– FISIOTERAPIA
– FONOAUDIOLOGIA
– PSICOLOGIA
– TERAPIA OCUPACIONAL
– SERVIÇO SOCIAL
– NUTRICIONISTA
– NEUROLOGIA
– ORTOPEDIA.

A oficina ortopédica itinerante terrestre é uma iniciativa do Ministério da Saúde – Programa Viver sem Limites, através da Secretaria da Saúde de Goiás (SES-GO), com a gerência técnica do Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (CRER). O atendimento é integralmente ofertado pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

“Essa reforma é a realização de um sonho. Temos muito que agradecer, pois, agora podemos oferecer uma melhor qualidade no atendimento aos assistidos, familiares e profissionais” disse um profissional.

Este mesmo local já alvo de crítica de nosso veículo de comunicação devido a situação em que se encontrava desgastada a unidade, e também em 2021, chegou a faltar profissionais de saúde deixando a unidade em situação desagradável. Isso demonstra que nós últimos dias nossas reivindicações estão tendo relevância, algo que está se tornando uma outra situação.

O horário de funcionamento é das 08 às 17h00 de segunda-feira a sexta-feira.

Dengue, chikungunya e aedes aegypti, trabalho conjunto DF/GO

No primeiro trimestre de 2022, número de casos da doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti subiu 85% em relação ao ano passado. Entenda os fatores que contribuem para esse cenário. Desde janeiro, o Brasil contabilizou 323,9 mil casos prováveis de dengue e 79 mortes pela doença.

Em Goiás crescer os números de casos de Dengue, como é registrado a Capital Goiânia–Os números de casos de dengue em Goiás não param de crescer e a capital já é o município com mais casos confirmados do país, segundo o último boletim do Ministério da Saúde.

A proliferação do mosquito colocou o estado de Goiás no segundo lugar de mais mortes por dengue. Foram 16 óbitos confirmados até agora, ficando atrás apenas de São Paulo, estado mais populoso do país, com 23 mortes pela mesma causa.

Os números de casos confirmados de dengue no estado também são preocupantes. Goiás registrou 36,67 mil casos de dengue nas 11 primeiras semanas deste ano, maior número para o mesmo período desde 2016 e mais que o triplo do mesmo período do ano passada.

Além dos casos de dengue, também causa grande preocupação a explosão de casos de chikungunya, doença que tem como vetor o mesmo mosquito aedes aegypti. Para de ter ideia, este ano, até o fim de março, já tinham sido registrados mais casos da doença do que em todo o ano passado.

Chamar a responsabilidade para si, quebra obstáculos e barreiras em busca de soluções da administração pública trazendo resultados em crises epidêmicas.

Força-tarefa intensifica combate à dengue em Valparaíso de Goiás

Carro borrifador cedido pelo Governo do Distrito Federal passou pelos bairros com maior número de contaminações do município. Em 28 de maio, a ação beneficiará o Novo Gama.

DF liberou um carro borrificador e SES liberou dois carros birrificador para Valparaíso,  no lançamento em Santa Rita.

Foi realizado grande mutirão nos bairros do Santa Rita e outros bairros, limpeza e retirada de pneus e lixos pães evitar o mosquito da dengue e xicugunha onde tem feito muitas vítimas, parceria Secretaría de saúde Valparaíso com e infraestrutura e Saúde do GDF e SES do Estado de Goiás , três carros fumacê estão andando nas ruas dos bairros, para conter o mosquito do aumento dos casos..

A luta contra o Aedes Aegypti deu um passo rumo à vitória em Valparaíso de Goiás. Parceria firmada com o Governo do Distrito Federal (GDF) levou aplicação de ultra baixo volume (UBV), popularmente conhecido como fumacê, aos parques Marajó e Santa Rita de Cássia. A ação, iniciada nessa segunda-feira (11), poderá se estender a outros bairros da região.

Segundo o subsecretário de Vigilância Ambiental, Divino Valero Martins, os efeitos desse primeiro ciclo vão pautar a necessidade de novas aplicações. “Precisamos observar se haverá uma diminuição efetiva dos casos antes de usarmos o UBV mais vezes”, explica. O convênio prevê, ainda, capacitação de agentes, ajuda em diagnóstico e testes rápidos. “Vamos tomar conhecimento do tipo de apoio que o município precisa nesse primeiro momento.”

O medo de ser contaminada pelo Aedes Aegypti faz com que Josefina Ferreira, 81 anos, capriche na limpeza do quintal. “Deixo todas as garrafas viradas e troco a água das minhas galinhas todos os dias”, garante. Mas os cuidados não foram suficientes para impedir que sua filha Maria de Fátima, 56 anos, pegasse dengue no início de abril. “Ela não precisou ser internada, mas está mancando até hoje, com dores no tornozelo”, diz. “A verdade é que não adianta a gente cuidar do que é nosso se os vizinhos não fizerem o mesmo.”

Saúde mental pós pandemia

Ter a saúde mental equilibrada é um dos desafios da sociedade atual. Com o objetivo de debater o assunto, Valparaíso sediou sua etapa da 4ª Conferência Estadual de Saúde Mental.

Com os subeixos: Cuidado em liberdade como garantia de Direito e Cidadania; Gestão, financiamento, formação e participação social na garantia de serviços de saúde mental; Política de saúde mental e os princípios do SUS: Universalidade, Integralidade e Equidade; Impactos na saúde mental da população e os desafios para o cuidado psicossocial durante e pós-pandemia.
As conferências de saúde são os espaços onde se produz políticas públicas de saúde na tentativa de melhorar o atendimento aos usuários do SUS, como também a todos os entes que dele fazem parte. Na programação haverá a discussão dos eixos, aprovação das propostas de melhoria para a saúde.

Estamos sempre de olho, e muito importante a fiscalização dos veículos de comunicação em buscar os fatos apresentar, a notícia seja ela positiva ou negativa tem ser mostrado baseado no princípio da administração pública, e  ético mostra as negligências, descaso, caso surja também aponta os avanços.

A liberdade de imprensa é a capacidade de um indivíduo de publicar e dispor de acesso a informação, através de meios de comunicação em massa, sem interferência do estado. Embora a liberdade de imprensa seja a ausência da influência estatal, ela pode ser garantida pelo governo através da legislação.

Com fim da emergência, Coronavac deverá ser usada só em crianças

De acordo com Marcelo Queiroga, Ministério da Saúde só solicitou autorização para aplicação do imunizante em crianças e adolescentes

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou, nesta segunda-feira (18/4), que a vacina CoronaVac deverá ser utilizada somente no público que tem entre 5 e 18 anos. A mudança deverá ocorrer devido ao fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional da covid-19, anunciada pelo ministro no domingo.
Com isso, as autorizações para uso emergenciais de vacinas, como é o caso da CoronaVac, perderão a validade. No entanto, o Ministério da Saúde já solicitou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a renovação das autorizações de insumos para combate à covid-19 por um ano. No pedido, porém, só é solicitada a autorização para aplicação da CoronaVac em crianças e adolescentes. “Esse registro emergencial, o Ministério da Saúde pleiteou à Anvisa que mantivesse. Claro que é uma decisão da agência. Se a Anvisa autorizar, essa vacina pode ser usada em crianças e adolescentes”, disse o ministro durante coletiva de imprensa.
O ministro disse que a decisão segue outros países que não usam o imunizante em adultos. “Ele ressaltou que não há estudos suficientes que comprovem a eficácia da vacina para o esquema vacinal. Ainda não se conseguiu colecionar evidências científicas suficientes para que esse imunizante tivesse o registro definitivo. Para o esquema vacinal em adultos esse imunizante, eu penso e é um consenso em países que têm agências regulatórias do porte da Anvisa, não é usado para o esquema vacinal primário”, disse. O ministro ainda explicou que quem começou o esquema vacinal com a CoronaVac poderá terminar.
Segundo o ministro a portaria que estabelece o fim da emergência em saúde deverá ser publicada na quarta-feira (20/4) e terá um prazo de 30 dias para entrar em vigor.
Em nota, o Instituto Butantan, responsável pela CoronaVac no Brasil, disse que não foi informado sobre o fim da Emergência em Saúde pelo Ministério da Saúde e que “nesse sentido não há qualquer mudança nas diretrizes de saúde pública”. Além disso, o instituto ressaltou que qualquer mudança deverá passar pela Anvisa. “Solicitação do governo deve passar pela votação da Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que, se aprovada, deve permitir que as vacinas em uso emergencial continuem em uso pelo período de um ano”, afirmou.
A vacina CoronaVac está em uso emergencial no Brasil desde 17 de janeiro de 2021. No dia 20 de janeiro de 2022, a Anvisa aprovou a inclusão da vacinação para crianças e adolescentes de 6 a 17 anos. Em março deste ano, o Instituto Butantan solicitou a ampliação do imunizante para faixa etária de 3 a 5 anos. O pedido ainda está em análise.
Nesta segunda, o presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas, também criticou a decisão do governo de encerrar a emergência em saúde no Brasil. “Uma pandemia não se extingue pela abolição de um decreto. A pandemia continua. o Brasil vai na contramão mais uma vez, a própria OMS recentemente reforçou a necessidade de manutenção do estado global de emergência em saúde pública”, afirmou em entrevista a GloboNews.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou, na semana passada, que ainda não é possível rebaixar o status da covid-19 de pandemia mesmo com a diminuição de casos no mundo

Hospital da Criança de Brasília: uma história dedicada à saúde infantil

O desejo de garantir atendimento adequado para crianças com doenças complexas e raras era grande demais para uma única ala hospitalar. Mesmo assim, foi no 7º andar do Hospital de Base, em 1960, que o sonho do Hospital da Criança de Brasília (HCB) iniciou uma trajetória de sucesso que, agora, passa a ser conhecida graças ao livro Da Unidade de Pediatria do HBDF ao Hospital da Criança de Brasília: uma história que merece ser contada. A obra será lançada hoje, no próprio HCB, às 10h30, e traz a história de como a unidade se tornou referência nesse tipo de atendimento.

O Hospital da Criança de Brasília é 100% #SUS e referência nacional no tratamento do câncer infantil. Por lá, realizamos mais de 5️⃣ MILHÕES de atendimentos em 11 anos.

A unidade possui 198 leitos, sendo 38 leitos de UTI pediátrica, oito leitos de hospital, dois leitos de psiquiatria, 30 de pediatria e 120 de pediatria clínica. A estrutura também conta com cinco salas cirúrgicas de médio e grande porte.

Nesta semana, o ministro Marcelo Queiroga visitou a instituição.  Solta o PLAY no vídeo para conferir mais detalhes da assistência pediátrica disponível no Hospital da Criança de Brasília.

Quem entra nas instalações do Hospital da Criança de Brasília se encanta,  não só com o espaço amplo e bem conservado, mas também com o zelo dos profissionais com os pequenos pacientes.

A unidade funciona 24 horas por dia e é referência para o Distrito Federal e para o Brasil no tratamento do câncer infantil. Só em fevereiro, o hospital realizou 6,2 mil consultas médicas.

Novo Gama é o município com o menor número de casos de dengue entre as cidades do Entorno Sul de Brasília  

Novo Gama é o município com o menor número de casos de dengue entre as cidades do Entorno Sul de Brasília

Os municípios com mais casos confirmados,
casos notificados de dengue semana epidemiológica 11.
*Novo gama (90)
*Ocidental (193)
*Santo Antônio (138)
*Valparaíso (463)
*Águas lindas (440)
*Cristalina (217)
*Luziânia (1874)

A Secretaria de Estado de Saúde Pública em Goiás, divulgou, nesta quarta-feira(16), o primeiro Informe Epidemiológico de 2022 sobre casos de dengue, chikungunya e zika em Goiás, apontando uma queda de 260,06 % no município nos casos de dengue nas primeiras semanas do ano em relação ao mesmo período de 2021 que foi 43,67%, entre o trimestre de 02/01/2022 a 02/03/2022.


No entanto, é importante informar que o Novo-Gama- GO, fechou o ano de 2021 com um baixa de casos da doença em 33 notificações, número bem abaixo em comparação com o ano de 2020, resultado que aponta a necessidade de a população manter as medidas preventivas de combate ao mosquito Aedes aegypti.

Por isso, com as chuvas intensas que estão ocorrendo, a Secretaria de Saúde volta a chamar a atenção para a importância de as famílias manterem limpos quintais, jardins, interiores e arredores da casa, para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti, que também transmite a febre chikungunya e a febre de zika.

Dados comparativos de casos de dengue em Goiás, entre a(s)
semana(s) 01 a 10, de 2015 até 2022
Casos notificados de dengue por semana em 2022.
Municípios com maior número de casos notificados de dengue.
Goiás, 2022 da semana 01 a 10
Municípios com maior coeficiente de incidência de dengue (número de casos por 100.000 habitantes). Goiás, das 4 últimas semanas(7 a 10) de 2022, de resumo do Boletim da Dengue da Superintendência de Vigilância em saúde Gerência de Vigilância Epidemiológico em boletim semanal de Dengue- Goiás 2022, a semana Epidemiológica 1 a 10 (02/01/2022 a 12/03/2022).

Casos confirmados
Casos notificados
Variação de notificações
Ano Anterior ;
2015 32.213 52.165 66,77%
2016 38.471 72.203 38,41%
2017 11.442 20.879 -71,08%
2018 18.328 29.388 40,75%
2019 23.843 33.432 13,76%
2020 18.415 26.665 -20,24%
2021 9.485 15.020 -43,67%
2022 21.389 54.081 260,06%.

# Municipio Casos Notificados
1º GOIANIA 18.373
2º APARECIDA DE GOIANIA 2.579
3º SENADOR CANEDO 2.349
4º LUZIANIA 1.601
5º ANAPOLIS 1.576
6º ITUMBIARA 1.394
7º INHUMAS 1.197
8º JATAI 943
9º URUACU 842
10º TRINDADE 821
11º CATALAO 729
12º RIO VERDE 617
13º PALMEIRAS DE GOIAS 551
14º ITABERAI 546
15º CACU

Segundo a coordenadora de endemias, Enfermeira Marcia, para conter o avanço dessas endemias no município, a Secretaria prossegue realizando oficinas sobre doenças endêmicas com treinamento para médicos e enfermeiros sobre diagnóstico e tratamento. “Vale destacar que a primeira coisa que o Prefeito Mangão fez quando entrou no município e viu os casos de notificações da Dengue elevado, foi comprar uma máquina de UBV pesado, antes o município trabalhava com bombas costais de 20 litros, enquanto uma bomba costal fazia 20 casas, UBV pesado que é uma bomba que trabalha em cima de uma MITSUBISHI L200, ela atinge um quarteirão inteiro, isso e um trabalho conjunto.”

Marcia fala a nossa equipe em momento que todos estavam focados na Covid-19 em julho de 2021, o Secretário de Saúde Júlio junto com Estado, é equipe de endemias fizeram um mutirão, ” Pegamos uma cidade largada, diante disso fizemos mutirões colocando os lixos para fora, fazendo manejo dos lixos, trabalho de rocagem, começando pelo bairro Lunabel onde tinha os maiores índices de notificações ” e completa dizendo, ” Também, continuamos a orientar os moradores a retomarem suas atividades após dois anos de pandemia, principalmente, para fazerem o levantamento do Índice de Infestação Predial (IIP) de mosquito Aedes aegypti, que é essencial para o desenvolvimento das atividades de vigilância epidemiológica”, informou.

  • A Cidade de Novo-Gama , foi a segunda do município adquirir essa bomba, Primeiro Cristalina e, o segundo Novo Gama .

Sinais e sintomas – As manifestações clínicas da dengue, chicungunya e zika são muito parecidas, por isso é importante prestar atenção: os principais sintomas da dengue são febre alta e de início imediato sempre presente, dores moderadas nas articulações, manchas vermelhas na pele e coceira leve.

A chikungunya se manifesta com febre alta de início imediato, dores intensas nas articulações, manchas vermelhas nas primeiras 48 horas, coceira leve e vermelhidão nos olhos.

Já a zika apresenta febre baixa, dores leves nas articulações, manchas vermelhas nas primeiras 24 horas, coceira de leve à intensa e vermelhidão nos olhos.

Medidas preventivas – Quanto à população, ela orienta que não se automedique frente ao aparecimento de sintomas, procure a unidade de saúde mais próxima para atendimento médico, e mantenha os seguintes cuidados no seu domicílio:

·Manter a caixa d’água, tonéis e barris de água bem fechados;
·Colocar o lixo em sacos plásticos e manter a lixeira fechada;
· Não deixar água acumulada sobre a laje;
·Manter garrafas com boca virada para baixo;
· Acondicionar pneus em locais cobertos;
· Proteger ralos sem tampa com telas finas;
· Manter as fossas vedadas;
· Encher pratinhos de vasos de plantas com areia até a borda e lavá-los uma vez por semana.
·Eliminar tudo que possa servir de criadouro para o mosquito como casca de ovo, tampinha de refrigerante entre outros.

Serviço: Para solicitar orientações e denunciar existência de possíveis criadouros de mosquito, a população deve procurar a Secretaria Municipal de Saúde do município.

Taxa de transmissão do coronavírus sobe para 0,66 no Distrito Federal

Taxa de transmissão do coronavírus sobe para 0,66 no Distrito Federal

Segundo informações do Boletim Epidemiológico, a transmissão viral chegou em 0,66 nesta quarta-feira (23/3). O número não alcançava esse índice desde o dia 2 de março

A taxa de transmissão do novo coronavírus subiu pelo terceiro dia e chegou a 0,66, nesta quarta-feira (23/3). De acordo com informações do Boletim Epidemiológico, divulgado pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), o índice viral estava em 0,63 na terça-feira (22/3).

Desta forma, um grupo de 100 pessoas podem infectar outras 66. Quando a taxa de transmissão está abaixo de 1, isso demonstra que a pandemia está controlada, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). O documento oficial da pasta responsável é publicado somente em dias úteis.
Divulgado às 17h, o boletim mais recente notificou quatro novas mortes em decorrência da covid-19. Destas, duas eram do sexo feminino e duas do sexo masculino. Além disso, uma pessoa residia no Estado do Amapá. Desde o início da pandemia, 11.566 pessoas morreram na capital do país.

Confirmados

Em relação aos infectados, 304 novos casos positivos para covid-19 foram registrados nas últimas 24 horas. O total de contaminados na capital federal chegou a 690.717. A secretaria contabiliza que mais de 615 mil são moradores do DF, 36 mil de Goiás, 8 mil de outros estados e 30 mil estão em investigação.
Já a média móvel de infecções está em 298, o que representa uma queda de 62% em relação a 14 dias atrás. Já a média móvel de óbitos está em 6,8 — isso representa uma diminuição de 44%, na comparação com o cálculo de 14 dias atrás.