Mortes por covid-19 caem pela décima semana consecutiva, mostra Fiocruz

Cientistas apontam a vacinação como principal fator para a queda no número de mortes no Brasil, mas ressaltam a importância de manter os cuidados de prevenção

O Brasil registra, pela décima semana consecutiva, queda no número de óbitos pela covid-19. De acordo com o Boletim Observatório Covid-19 da Fiocruz, divulgado nesta sexta-feira (3/9), houve uma redução média diária de 1,6% das mortes durante a semana de 15 a 28 de agosto. O número de casos da doença também sofreu queda: 2,4% a menos por dia no mesmo período.

Os pesquisadores da Fiocruz afirmam que, apesar da necessidade de acelerar a imunização no país, o processo de vacinação feito até aqui é o principal causador da redução de mortalidade e de internações em todas as faixas etárias.

No entanto, os cientistas ressaltam a importância de governadores e órgãos de saúde estarem alertas para um possível agravamento devido a difusão da variante Delta. “Apesar da queda, atualmente, a taxa de letalidade está em torno de 2,8%, que é considerada alta frente a outros países que adotam medidas de proteção coletiva, testagem e cuidados intensivos para doentes graves”, frisa um trecho do boletim.

Quatro estados e o DF apresentam alto nível de Srag

Outra publicação da Fiocruz, o Boletim InfoGripe, divulgado na quinta-feira (2/9), revela que Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, São Paulo e o Distrito Federal apresentam níveis de incidência elevados de Síndromes Respiratórias Agudas Graves (Srag).

As ocorrências da síndrome são um parâmetro de monitoramento da pandemia de covid-19, uma vez que o Sars-CoV-2 é responsável por 96,6% dos casos virais de Srag registrados desde 2020.

A boa notícia é que o Ministério da Saúde enviará aos estados e ao DF 16 milhões de doses da vacina contra a covid-19 até o fim de semana. Serão 10,4 milhões de imunizantes da Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan, e 5,6 milhões de lotes da Pfizer.

Covid-19: com total de 241 casos, variante Delta passa a predominar no DF

Novo sequenciamento feito pelo Lacen-DF identificou mais 60 amostras com a variante Delta do novo coronavírus. Com total de 241 registros, não é mais possível identificar a origem geográfica dos casos confirmados no Distrito Federal

 

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) atualizou, nesta quinta-feira (2/9), os dados referentes ao avanço da variante Delta da covid-19 — identificada inicialmente na Índia. O Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-DF) analisou mais 91 amostras, das quais 60 tinham material genético dessa cepa. As outras 31 eram da variante Gama — registrada primeiro em Manaus. O anúncio dos resultados saiu nesta quinta-feira (2/9), durante coletiva na sede da pasta.

Com as notificações, a capital federal contabiliza 241 casos confirmados provocados pela Delta. “No último resultado (do Lacen-DF), nós tínhamos 48% das amostras com a variante. Com esse novo, o DF passa a ter a Delta como predominante”, destacou Fabiano dos Anjos, diretor de Vigilância Epidemiológica da SES-DF.

A transmissão comunitária de uma cepa caracteriza um cenário em que não é mais possível identificar a origem geográfica específica dos casos. O diretor da Secretaria de Saúde ressaltou que o DF tem seis mortes relacionadas à Delta, sendo que uma das vítimas era de Goiás. Entre os moradores do DF, duas pessoas eram de Ceilândia, uma do Guará, uma de Santa Maria e uma de Taguatinga.

 

PANDEMIA

Covid-19: com total de 241 casos, variante Delta passa a predominar no DF

Novo sequenciamento feito pelo Lacen-DF identificou mais 60 amostras com a variante Delta do novo coronavírus. Com total de 241 registros, não é mais possível identificar a origem geográfica dos casos confirmados no Distrito Federal

postado em 02/09/2021 19:37 / atualizado em 03/09/2021 00:37

 

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) atualizou, nesta quinta-feira (2/9), os dados referentes ao avanço da variante Delta da covid-19 — identificada inicialmente na Índia. O Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-DF) analisou mais 91 amostras, das quais 60 tinham material genético dessa cepa. As outras 31 eram da variante Gama — registrada primeiro em Manaus. O anúncio dos resultados saiu nesta quinta-feira (2/9), durante coletiva na sede da pasta.

Com as notificações, a capital federal contabiliza 241 casos confirmados provocados pela Delta. “No último resultado (do Lacen-DF), nós tínhamos 48% das amostras com a variante. Com esse novo, o DF passa a ter a Delta como predominante”, destacou Fabiano dos Anjos, diretor de Vigilância Epidemiológica da SES-DF.

A transmissão comunitária de uma cepa caracteriza um cenário em que não é mais possível identificar a origem geográfica específica dos casos. O diretor da Secretaria de Saúde ressaltou que o DF tem seis mortes relacionadas à Delta, sendo que uma das vítimas era de Goiás. Entre os moradores do DF, duas pessoas eram de Ceilândia, uma do Guará, uma de Santa Maria e uma de Taguatinga.

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Imunização

Para Fabiano dos Anjos, a imunização contra a covid-19 tem evitado mais mortes. No entanto, evitar o surgimento de novas cepas depende de medidas além da vacinação, como uso frequente de máscara e higienização das mãos.

“É importante dizer que, a partir do momento em que se avança com a imunização, promovemos a proteção da população contra variantes que possam circular no DF. A vacina é a medida mais efetiva de proteção, principalmente quanto à gravidade (dos casos) e aos óbitos”, declarou o diretor.

Até o momento, 65% da população do DF recebeu, ao menos, a primeira dose dos imunizantes. A pasta verificou, também, que 156 mil brasilienses acima de 18 anos não tomaram a vacina na capital federal. O público representa 6% do total de habitantes adultos e há possibilidade de que parte deles tenham se vacinado em outras unidades da Federação.

Outra possibilidade é de que parte desse grupo tenha morrido, mas ainda conste nos dados registrados pela  Secretaria de Saúde, ou que tenha decidido não se vacinar.

Com o estoque baixo de doses para primeira aplicação, a pasta negocia junto ao Ministério da Saúde o recebimento de mais imunizantes. Nas últimas duas semanas, o repasse ocorreu apenas com vacinas destinadas ao reforço. Na capital federal, toda a população com 17 anos ou mais está apta para receber doses contra a covid-19.

Doses de reforço contra covid não são ‘necessidade urgente’, afirma agência da UE

Doses de reforço contra covid não são ‘necessidade urgente’, afirma agência da UE

O Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças afirmou que não há necessidade urgente de administrar doses de reforço a pessoas totalmente vacinadas contra a covid-19

 

Controle de Doenças (ECDC) afirmou que não há necessidade urgente de administrar doses de reforço a pessoas totalmente vacinadas contra a covid-19, de acordo com um relatório publicado nesta quarta-feira (1).

Com base nas evidências atuais, não há necessidade urgente de administrar doses de reforço de vacinas a indivíduos totalmente vacinados”, observa o documento técnico.

No entanto, o relatório esclarece que “doses adicionais devem ser consideradas para pessoas com sistema imunológico gravemente enfraquecido no quadro de sua vacinação primária, se elas não alcançaram um nível adequado de proteção com a vacinação primária padrão.”

Há duas semanas, a Organização Mundial da Saúde (OMS) criticou que os países ricos planejem administrar doses de reforço a seus cidadãos enquanto muitos países pobres enfrentam problemas para encontrar imunizantes para a vacinação primária.

“Em 18 de agosto, a OMS alegou que os dados científicos não comprovaram a necessidade de doses de reforço, e o diretor do Departamento de Emergência da organização, Mike Ryan, disse que os países ricos estavam fornecendo “coletes salva-vidas extras para pessoas que já os têm, enquanto deixamos outras pessoas se afogarem”

 

Com base nas evidências atuais, não há necessidade urgente de administrar doses de reforço de vacinas a indivíduos totalmente vacinados”, observa o documento técnico.

“Todas as vacinas autorizadas na UE/CEE [União Europeia e Comunidade Econômica Europeia] são altamente eficazes contra uma hospitalização relacionada a covid-19, doenças graves e morte, enquanto um em cada três adultos na UE/CEE ainda não está totalmente vacinado”, assinalou o ECDC, com sede em Estocolmo.

Prefeitura de Novo Gama e única Cidade do Brasil a criar ‘vacina móvel’

 

Para rodar a cidade e vacinar pessoas contra Covid-19, a unidade é levada aos bairros que possuem postos de saúde, mas que não funcionam como ponto fixo de vacinação. Podem se vacinar pessoas acima de 18 anos e aquelas aptas a receberem o reforço.

O Governo municipal de Novo Gama,  que está entre as maiores Cidades goiana no Entorno Sul do Distrito Federal,  com uma ideia inovadora foi criada uma nova forma para facilitar a vacinação contra a Covid-19,  aos moradores.

01/09/2021 às 17h26

Por População Ativa

Com uma unidade itinerante, chamada de ‘vacina móvel’, a equipe de imunização percorre o município por diversos bairros,  levando doses para aqueles que ainda não se vacinaram ou que estão aptos a receber o reforço.

Atualmente, podem se vacinar pessoas acima de 18 anos, e aquelas que estão aptas a receberem a segunda dose. Com um carro de som, o município anuncia pela cidade onde o ‘vacina móvel’ está posicionado e o horário de atendimento. Nesta terça-feira (31), por exemplo, a unidade esteve instalada no Setor Lunabel, das 16h às 20h.

O Prefeito Carlinhos do Mangão (PL), como gestor tem chamado a responsabilidade para si em não fugir dos problemas buscando soluções para cidade,   em parcerias com  engajamento entre poder público e sociedade civil organizada,  como mostra outra novidade é conquista  para o município em março deste ano 2021, onde chegaram no município através do governo do Estado de Goiás, materiais incluindo respiradores para a montagem de 10 leitos para o combate ao Covid 19.

Ação de grande valia para o momento que estamos vivendo no município, equipamentos que chegou para fortalecer a rede hospitalar de Novo Gama,  o  Prefeito Carlinhos do Mangao entregou estes leitos para o atendimento de toda população.

Esse tipo de instalação hospitalar é importantíssimo para o tratamento de doenças muito graves, que colocam em risco a vida da pessoa. Na forma grave da doença causada pelo coronavírus, a Síndrome Respiratória Aguda Grave, elas são essenciais para os pacientes que precisam de respiradores.

Embora o número de óbitos esteja em queda de 45% em relação à semana anterior, os novos casos confirmados tiveram alta de 7,7% nos últimos sete dias, na comparação com os sete anteriores.

As internações caíram 11,5% na última semana, e a ocupação de leitos,  chegou a 27,9%, contra 22% dos leitos de enfermaria.

Os números que aponta esta atual gestão de  saldos  positivos,   demonstra  trabalho e planejamento,   organização que em 7 meses de Governo o trabalho a frente à Prefeitura pelo Prefeito Mangão se destaca  em ‘Novo Tempo’ mesmo com grandes dificuldades  deixado pela gestão passada,  que mostrou-se  os números naquele período ao contrário de hoje,  foram muitos negativos naquela época com a ex-gestora Sonia Chaves ( PSDB).

Este tipo de trabalho facilita a vida de todos os munícipes como no caso da Ana Eliene, 42 de anos,  com os olhos fechados,  recebe emocionada a sua dose única da vacina contra a Covid-19. “Eu tenho oito filhos e preciso estar com a saúde em dia para seguir cuidando deles e continuar trabalhando”, conta Eliene, que junto com seu companheiro trabalha como flanelinha no centro da cidade.

Ela é uma dentre as várias pessoas em situação de rua que estão sendo vacinadas em uma ação itinerante promovido pela Secretaria Municipal de Saúde,   através da Prefeitura de Novo-Gama. Desta vez, a ação, que iniciou no Residencial Paraíso,  vai percorrer outros 16 pontos estratégicos da cidade nos bairros da cidade Novo Gama, Boa Vista, Boa Vista I, Vila Zequinha, Vale das Andorinhas,  Chácara Minas Gerais B, Jardim Lago Azul,Loteamento Lunabel 3, Loteamento Lunabel 3b, Loteamento Lunabel 3c,Loteamento Lunabel 3ª, Lunabel 3, Lunabel 3ª,Mont Serrat,  Paiva Novo Gama, Pedregal .     A meta é aplicar a segunda dose da vacina no público que já tomou a primeira dose, em junho passado, e administrar a dose única em quem ainda não tiver recebido o imunizante. O atendimento será sempre das 14h, 16h às 20h.

O atendimento é feito dentro da Van do Cidadão,  e a busca ativa do público, pelas técnicas da ‘Estação Móvel’,   orienta sobre as medidas de prevenção e o risco da doença, importância da vacinação.

“Essa ação é um grande incentivo para que a gente se cuide e também faz com que a gente sinta que é importante, que somos lembrados”, diz Paulo Rodrigues, 35 anos, que mora há cinco anos na Cidade.

De acordo com o município, a unidade é levada até os bairros que possuem unidades de saúde, mas que não funcionam como posto fixo de vacinação. Como explica a coordenadora de imunização da prefeitura, Marília Chissolumbre, a iniciativa surgiu justamente para facilitar a vacinação de quem não consegue se deslocar até determinado locais.

“Existe algumas dificuldades das pessoas irem até os pontos fixos de vacinação. Por isso, o vacina móvel auxilia chegar mais perto a vacinação de quem mais precisa”, afirma.

 

A nossa equipe o Prefeito Carlinhos fala sobre este projeto”Nossa vacinação móvel está sendo um sucesso,   estamos fazendo de tudo para facilitar a quem ainda não conseguiu se vacinar contra o coronavírus. Quem ainda não tomou a segunda dose, não esqueça que só ficará imune quando tomar as duas doses. Uma dose de esperança para dias melhores para todos os novogamense, e  vamos vencer esse vírus!” O mesmo continua dizendo em motivo de satisfação  “o trabalho do ‘Vacina Móvel’,    a intenção é chegar a todos,  até porque temos uma cidade dormitório,  está sendo divulgado em todos os veículos de comunicação institucionais,  e carro de som avisando os locais que vai estar instalado, minha preocupação é de toda equipe da saúde a imunizar a população mais rápido possível”  fechar o chefe do poder executivo local .

Para adquirir a imunização necessita-se identificar CPF cartão de vacina e comprovante de residência aos profissionais da ação.

Vacinação contra Covid-19 continua para pessoas a partir de 17 anos nesta segunda, no DF; veja postos

Vacinação contra Covid-19 continua para pessoas a partir de 17 anos nesta segunda, no DF; veja postos

Aplicação de segunda dose também está garantida para quem está no período previsto. Maioria das unidades funciona de 8h às 17h.

 

A vacinação contra Covid-19 continua nesta segunda-feira no Distrito Federal. A primeira dose está disponível para quem tem a partir de 17 anos. Já a segunda dose pode ser aplicada em quem está no período previsto no cartão de vacinação, ou nos casos de antecipação da AstraZeneca e da Pfizer.

Há pontos específicos para adolescentes de 17 anos (veja lista abaixo). As unidades para pedestres funcionam das 8h às 17h e as drive-thru, de 9h às 17h. Também há três pontos de imunização noturnos, com atendimento até 22h.

Para receber a vacina, não é preciso agendar o serviço. Para a primeira dose, basta apresentar documento de identificação com foto e cartão de vacinação, se houver. Já na etapa final, é necessário apresentar o cartão de vacinação com o registro da dose inicial.

 

Atendimento de adolescentes com 17 anos:

Covid-19: quase metade dos pacientes apresenta sequelas após um ano da internação

Covid-19: quase metade dos pacientes apresenta sequelas após um ano da internação

Fraqueza muscular e falta de ar são as complicações mais relatadas, assim como uma queda nos índices de bem-estar geral

Postado 27/08/2021 às 09h35

Por População Ativa

Um ano depois da hospitalização, pacientes da primeira onda da covid-19 na cidade chinesa de Wuhan ainda sofriam sequelas da doença. Um em cada três internados que receberam alta entre janeiro e maio de 2020 no local considerado o epicentro da pandemia relatava falta de ar 12 meses depois, e os parâmetros de bem-estar geral eram piores nesse período nos que foram infectados pelo Sars-CoV-2, comparados a pessoas com o mesmo perfil que não tiveram a doença. Esse é o resultado de um estudo com 1.276 adultos com mais de 18 anos publicado, ontem, na revista The Lancet.

Segundo um dos autores, Bin Cao, do Centro Nacional de Medicina Respiratória do Hospital da Amizade China-Japão, na China, possivelmente, muitos sobreviventes exibirão sintomas por mais de um ano. “Nosso estudo é o maior até agora para avaliar os resultados de saúde de sobreviventes de covid-19 hospitalizados após 12 meses de adoecimento.

Embora a maioria tenha se recuperado bem, os problemas de saúde persistiram especialmente naqueles que haviam estado gravemente enfermos durante a internação. Isso deve ser levado em consideração ao planejar a prestação de serviços de saúde pós-pandemia”, afirmou, em nota.

Desde os primeiros meses do Sars-CoV-2, há relatos sobre a persistência de sintomas, e a covid-19 longa hoje é considerada uma preocupação crescente. O artigo publicado ontem é parte de um estudo maior, dos mesmos pesquisadores, que, anteriormente, haviam detectado, em outro coorte de pacientes, que três quartos deles continuavam com problemas de saúde passados seis meses da infecção. Agora, o prazo da pesquisa foi ampliado para um ano.

Os participantes tinham idade média de 57 anos, haviam sido internados no Hospital Jin Yin-tan, de Wuhan, e foram avaliados detalhadamente seis e 12 meses depois de receberem alta. A análise incluiu questionários, exames físicos e laboratoriais e um teste de caminhada de seis minutos, para avaliar o nível de resistência.

 

Pessoas que foram tratadas com corticosteroides durante a fase aguda da doença tiveram 1,5 vezes mais probabilidade de sentir fadiga ou fraqueza muscular após 12 meses, em comparação com aquelas que não receberam esses medicamentos na internação.

O estudo também avaliou a saúde mental dos pacientes recuperados da covid-19. Em um ano, 23% tiveram depressão e/ou ansiedade, percentual que aumentou para 26% passado um ano. “Ainda não entendemos completamente por que os sintomas psiquiátricos são ligeiramente mais comuns em um ano do que em seis meses”, admitiu, em nota, Xiaoying Gu, um dos autores e pesquisador do Hospital da Amizade China-Japão.

“Isso pode ser causado por um processo biológico ligado à própria infecção do vírus ou pela resposta imunológica do corpo a ele. Ou pode estar ligado à redução do contato social, solidão, recuperação incompleta da saúde física ou perda do emprego associada a doenças. Grandes estudos de longo prazo de sobreviventes de covid-19 são necessários para que possamos entender melhor as consequências de longo prazo para a saúde física e mental da doença”, afirmou.

Trauma

Um dos impactos da covid-19 na saúde mental dos sobreviventes é o aumento de casos de estresse pós-traumático, um sintoma que, segundo outro estudo publicado ontem, está associado a mudanças na conectividade do cérebro. Segundo Vince Calhoun, da Universidade Estadual da Geórgia, nos EUA, está cada vez mais claro que a doença afeta, em longo prazo, o sistema nervoso, causando sintomas neurológicos e mentais, como ansiedade e depressão.

Calhoun é um dos autores de um estudo que examinou anomalias funcionais no cérebro que podem estar por trás desses problemas. Em um artigo publicado na revista Neurobiology of Stress, ele os outros pesquisadores fizeram exames de ressonância magnética funcional (fMRI) em 50 sobreviventes que receberam alta entre fevereiro e março de 2020 em Wuhan e que relataram sintomas de estresse pós-traumático. Seis meses após a alta, os participantes foram analisados.

Os resultados mostraram, primeiramente, que os sobreviventes de covid relataram significativamente mais sintomas do transtorno do que os do grupo de controle. O estudo também revelou padrões anormais de conectividade cerebral ao longo do tempo nesses pacientes. “Quando observamos o grupo de sobreviventes de covid, encontramos uma relação significativa entre a gravidade dos sintomas de estresse pós-traumático e a frequência com que seus padrões cerebrais estão nesse estado alterado”, diz Calhoun.

De acordo com ele, os resultados destacam a importância de avaliar mudanças transitórias na rede funcional entre ex-pacientes de covid. Contudo, Calhoun observa que ainda há muitas perguntas sem resposta, incluindo por que esse estado cerebral está associado ao estresse pós-traumático.

Palavra de especialista

Melhor prevenir

“Alguns dos sintomas pós-covid podem não ser muito graves. Mas alguns deles, certamente, são, e, em muitos casos, esses sintomas de longa duração serão debilitantes. Por isso, é vital entendê-los adequadamente e fornecer o tratamento adequado, além dos serviços de apoio para as pessoas envolvidas. Nesse ínterim, prevenir é melhor do que remediar. Então, implantar vacinações para todas as populações globais, a fim de reduzir as infecções e a incidência de quaisquer complicações relacionadas, nos ajudará a reduzir o custo e a carga para os sistemas de saúde dos casos de covid longa”

DF recebe mais 19,3 mil doses da CoronaVac

 

DF recebe mais 19,3 mil doses da CoronaVac

Secretaria de Saúde também espera remessa com 22,2 mil doses da Pfizer neste domingo (22). Atendimento segue apenas para segunda dose, até segunda-feira (23).

Distrito Federal recebeu, neste domingo (22), mais 19,3 mil doses da CoronaVac. Segundo a Secretaria de Saúde (SES), a vacina será usada para atender adultos.

A campanha contra a Covid-19 está atendendo apenas segunda dose até segunda-feira (23). A aplicação da primeira dose será retomada na terça (23) (saiba mais abaixo).

 

 

Ainda neste domingo, a SES espera receber 22,2 mil doses da Pfizer, sendo 14 mil para primeira dose. Já na segunda-feira (23), a pasta prevê a chegada de 47 mil doses da AstraZeneca.

 

Quem está sendo vacinado?

 

A vacinação está aberta para pessoas de 18 anos ou mais, sem a necessidade de agendamento. Neste fim de semana, a imunização ocorre apenas para segunda dose por falta de doses suficientes. Os postos estão antecipando a aplicação de quem recebeu AstraZeneca e tem reforço previsto para até 31 de julho.

Na terça-feira, quando a primeira dose volta a ser aplicada, o DF começará a imunizar adolescentes de 17 anos, também sem a necessidade de agendamento.

A campanha também já incluiu adolescentes de 12 a 17 anos com comorbidade e deficiência, desde que com marcação de horário. No entanto, o agendamento foi suspenso. Segundo a SES, das 15 mil vagas oferecidas por cerca de uma semana, apenas 7.248 foram preenchidas. Com isso, as doses reservadas para estes jovens foram direcionadas para outros grupos.

 

Paralisado sem doses, após 4 dias sem vacinas em nosso município de Valparaíso a Cidade retoma a vacinação ” D1

 

Valparaíso de Goiás através da Secretaria municipal de Saúde retomou a vacinação ” D1″, foi a única cidade do Entorno Sul de Brasília a paralisar o programa de imunização, vale lembrar a primeira também a ter caso registrado da infecção da nova variante Delta, você que ainda não vacinou, vacina é siga às informações…

22/08/2021 às 14h20

  • Por População Ativa

A vacinação com a segunda dose continua normalmente. A campanha valparaisense também segue vacinando gestantes e puéperas em até 45 dias pós-parto.

 

Documentos necessários

Para vacinar, a população-alvo precisa apresentar documento de identidade com foto, CPF e comprovante de residência do município de Valparaíso.

 

Dias, locais e horários para garantir sua dose

 

Segunda a sexta:

– Ginásio Poliesportivo do Jardim Oriente (Pedestre)

– UBS Etapa C (Drive-thru)

Atendimento: 8h30 às 16h30

 

Sábado e domingo:

– Ginásio Poliesportivo do Jardim Oriente (Pedestre)

Atendimento: Início 8h30. Entrada permitida no local até às 13h

Covid-19:Valparaíso e primeira cidade do Entorno com infecção da Variante Delta

A Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) confirmou mais três casos da variante delta no estado. Conforme boletim divulgado nesta quarta-feira (18), já são 14 pessoas contaminadas no território goiano. Os novos registros foram em Mimoso de Goiás e Valparaíso, no Entorno do Distrito Federal.há 2 dias

Segundo a SES-GO, os novos casos foram detectados em Brasília, como outros oito já registrados. Boletim da secretaria mostra também que, do total de casos, dois são de viajantes provenientes de Moçambique e quatro estão em investigação.

Veja o balanço dos casos da variante delta no estado:

Goiânia: 4 casos;

Aparecida de Goiânia: 4 casos;

São João da Aliança: 2 casos;

Mimoso de Goiás: 2 casos;

Valparaíso: 1 caso;

Santo Antônio do Descoberto: 1 caso.

A primeira morte foi um idoso de 67 anos que estava internado internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital Garavelo, em Aparecida de Goiânia. Há outros três casos confirmados no município.

Variante Delta: as 5 mutações que tornam coronavírus mais contagioso e preocupante

Goiás tem a 1ª morte por causa da variante delta da Covid-19 e confirma transmissão comunitária, diz secretário

Dados preliminares apontam que ela é mais transmissível do que outras variantes, gera maior risco de hospitalização e de reinfecção e gera um quadro de sintomas um pouco diferente (mais dor de cabeça e menos tosse, por exemplo).

O boletim diário mostra que, desde o início da pandemia, o estado contabiliza 789.009 casos de coronavírus e 21.908 mortes pela doença. Os dados são desta quarta-feira.

Varejeira na linguiça calabresa e bacon no Supermercado Vivendas Valparaíso

Após o vídeo do açougue divulgado nas redes sociais com rato dentro do freezer, um morador que pediu para eu não identificar ele, me me mandou este vídeo mostrando bicho nos alimentos do supermercado Vivendas do Jardim Oriente.

Segundo o contribuinte o vídeo foi gravado a pouco mais de 6 meses, ele alega que levou ao conhecimento da gerente e a mesma só pegou a mercadoria e jogou fora sem dar nenhuma satisfação… tá na hora da vigilância Sanitária dá uma voltinha nesta empresa.