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Detento foge da cadeia Papuda do Distrito Federal

A fuga, que ocorreu por volta das 12h, mobiliza equipes policiais, que buscam pelo homem

Um preso, identificado como Arlan Cotirm dos Santos (foto em destaque), fugiu do Centro de Detenção Provisória I (CDP I), no Complexo Penitenciário da Papuda. A fuga ocorreu por volta das 12h desta terça-feira (19/3). Equipes policiais buscam pelo homem.

Após tomarem conhecimento do episódio, forças de segurança da capital do país montaram um cerco para tentar localizar o detento.

Detento que agrediu e roubou arma de um policial penal e atirou em vigilânte durante atendimento médico no Gama, é condenado á 14 anos de prisão.

O fato ocorreu na cidade satélite do Gama durante um atendimento hospitalar de um detento de Goiás.

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) manteve, por unanimidade, a condenação de Leonardo Nazário da Costa Souza, pelos crimes de furto, roubo e evasão mediante violência contra a pessoa, previstos no Código Penal. A decisão fixou a pena em 14 anos, 8 meses e 20 dias de reclusão, em regime fechado; e de 4 meses e 15 dias de detenção, em regime semiaberto. Na época do fato, 16/03/2020, o preso que recebia atendimento médico no Hospital Regional do Gama (HRG), no Distrito Federal, roubou a arma de um agente penitenciário e fugiu da unidade, na noite. Durante a fuga, ele ainda atirou no vigilante e depois em um paciente, que teve o carro roubado.

Segundo a Polícia Civil, as duas vítimas foram socorridas e não correm risco de vida. Já o detento, Leonardo Nasário da Costa Sousa, que cumpria pena no presídio em Goiás, era considerado foragido até a publicação desta reportagem. A 14ª Delegacia de Polícia (Gama) investigou o caso. Ainda segundo a corporação, duas pessoas foram presas enquanto a polícia procurava pelo fugitivo. Eles apontavam laser infravermelho na direção do helicóptero usado na operação de buscas, Uma equipe da Polícia Militar foi chamada ao local por volta das 21h desta segunda (16) e encontrou o agente penitenciário no corredor do hospital. O servidor estava com um ferimento na cabeça.

Ele relatou que fazia a escolta do detento durante o atendimento médico, mas foi desarmado e baleado por ele, que fugiu em seguida. Imagens do circuito de segurança do hospital mostram o momento da fuga. Ao perceberem a situação, pacientes e acompanhantes saíram assustados da emergência.

A defesa do réu argumenta que a subtração da arma e do veículo ocorreu “apenas para garantir a fuga” e que, portanto, “não estaria presente o dolo”. Nesse sentido, solicita que a conduta do acusado não seja considerada crime. Sustenta que, no caso, também pode ser aplicado o princípio da consunção, quando um crime é meio para a prática outro, já que o roubo foi o meio necessário para a evasão do sistema prisional. Finalmente, requer que seja reconhecido apenas a prática do crime de evasão mediante violência e que seja revista a pena estabelecida na primeira instância.

Ao julgar o recurso, a Turma pontua que o crime está comprovado pelas provas presentes no processo, tais como, boletim de ocorrência, laudos, prova oral e outras. Acrescenta que os depoimentos da vítima “são firmes e coerentes” e que foram confirmados pelas declarações do réu. O colegiado também explica que estão presentes todos os elementos do crime de roubo e furto, sobretudo “o dolo de subtrair coisa alheia”.

CPP Luziânia ; Detento mente nome, engana oficial de justiça e por pouco deixa cadeia onde cumpre pena.

O detento que mentiu nome cumpre pena por tentativa homicídio,e só não ganhou liberdade devido a expertize de um policial penal

O fato foi registrado na polícia civil de Luziânia na noite desta segunda feira 08/01, o preso que se passou por outro detento irá responder por falsidade ideológica, segundo apurado pela equipe de reportagem, a oficial de Justiça foi até a Casa de prisão provisória em Luziânia para levar o alvará de soltura de Leonardo Muniz de Amorim concedido pelo judiciário local, dando ao preso a oportunidade para cumprir pena em liberdade assistida por tornozeleira eletrônica.

Chegando no CPP, acompanhada da polícia penal, a oficial chegou na cela e chamou pelo nome que estava no Alvará, porém, quem respondeu foi Leonardo Muniz de Faria pinto de 27 anos, ele assinou toda documentação e esperava a liberação pela polícia penal que abriria a cela e os portões, diante da expertise policial, foram feitas ao detento algumas perguntas como nome da mãe e sua data de nascimento.

Caindo em contradição por duas vezes, os policiais foram checar o prontuário e descobriram que ele (detento) estava se passando por outra pessoa que teria ganho a liberdade, a oficial foi informada da tentativa da trapaça e foram parar na delegacia onde foi registrado uma ocorrência de natureza falsidade ideológica, o judiciário será informado para providências posteriores, fato este que poderá acrescentar mais uma penalidade criminal em na ficha. O detento Leonardo Muniz de Faria Pinto, trapaceiro, além de responder por tentativa de homicídio, irá responder também pelo crime de falsidade ideológica.

Pena por tentativa de homicídio

Leonardo Muniz de Faria pinto de 27 anos, responde por uma tentativa de homicídio que cometeu em Luziânia dia 25/01/2023 às 22:41 hs, Leonardo e seu comparsa Jeferson Rodrigues Lemes 24 anos, são acusados de tentar matar na época, Vitor Meireles Alves, o crime ocorreu na rua ciro dos anjos parque estrela dalva próximo a garagem da prefeitura.

Ainda na época, Leonardo e seu comparsa Jeferson, foram até a casa da vítima e o chamaram, quando a vitor saiu para atender, foi recebido com vários disparos de arma de fogo tipo pistola efetuado pelos autores, ao serem presos cumpre pena na CPP da cidade.