Seja bem-vindo. 30 de maio de 2024 10:50
Previous slide
Next slide

Homem é preso por suspeita de estupro no DF; ele fazia ataques a mulheres nas redes sociais

Um homem de 30 anos foi preso, na quarta-feira (3), por suspeita de estupro, no Distrito Federal. Segundo as investigações, ele também fazia ataques a mulheres nas redes sociais

De acordo com a Polícia Civil, Henrique Fortes estuprou a vítima em fevereiro deste ano, na região do Núcleo BandeiranteEle ainda filmou a violência sexual e enviou as imagens para a mãe da vítima, além de ameaçar divulgar o vídeo para tentar impedir que fosse denunciado, segundo a investigação

Segundo polícia, suspeito de 30 anos filmou violência sexual e enviou para mãe da vítima. Crime ocorreu no Núcleo Bandeirante, conforme investigação.

 

Alegando a necessidade de deixar sua suposta funcionária no hotel onde estavam hospedados, o autor persuadiu a vítima a acompanhá-lo. No hotel, valendo-se de artifícios enganosos, conduziu a vítima até seu aposento, onde a agrediu fisicamente e a despiu à força. Consumou o ato sexual mediante violência física, enquanto a adolescente, simulando ser sua funcionária, testemunhou todo delito”, disse a Polícia Civil.

Segundo a PCDF, o homem se passava por um empresário que estava em Brasília a negócios. Ele conheceu a vítima em seu local de trabalho. No dia 13 de fevereiro, ele a convidou para jantar, acompanhados de uma adolescente que foi apresentada como sendo funcionária do suspeito.

Depois de filmar a agressão, o homem passou a ameaçar a vítima com a divulgação do vídeo, caso ela o denunciasse.

Em 26 de fevereiro, o autor aproximou-se da genitora da vítima e, apresentando-se como seu namorado, obteve o número de celular dela, enviando-lhe o vídeo do estupro nos dias subsequentes”, informou a PCDF.

Ainda de acordo com a polícia, o suspeito já havia sido preso, em 19 de fevereiro deste ano, por injúria racial contra duas mulheres, mas foi solto dois dias depois, após audiência de custódia.

Se condenado, Henrique Fortes pode pegar pena de até 20 anos de reclusão. A 11ª Delegacia de Polícia, no Núcleo Bandeirante, investiga o caso.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *