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CPI dos Atos Antidemocráticos: depoimento é cancelado após PM suspeito de ensinar tática de guerrilha a radicais passar mal e ser levado à UPA

Informação foi confirmada pelo presidente da CPI, deputado Chico Vigilante (PT). Major da reserva Claudio Mendes dos Santos seria ouvido nesta quinta (19), mas sentiu dores abdominais.

O depoimento do major da reserva da Polícia Militar Claudio Mendes dos Santos foi cancelado, nesta quinta-feira (19), na CPI dos Atos Antidemocráticos da Câmara Legislativa do Distrito Federal. Segundo o presidente da Comissão, o deputado Chico Vigilante (PT), o militar passou mal e precisou ser encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de São Sebastião.

A sessão estava marcada para começar às 10h. O militar está preso desde março, suspeito de incitar atos antidemocráticos e administrar dinheiro usado para financiar as ações golpistas.

 

“Infelizmente, agora pela manhã, ele passou mal no presídio, quando ele seria escoltado até aqui. Levaram ele até a UPA. A gente ficou aguardando para ver se seria possível o comparecimento dele, porque ele disse que quer falar. Mas ele está doente mesmo e recebeu três dias de atestado”, afirma Chico Vigilante.

O major também seria responsável por ensinar táticas de guerrilha a radicais bolsonaristas que estavam acampados em frente ao Quartel-General do Exército em Brasília, segundo investigação da Polícia Federal.

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