Secretário de Segurança, Anderson Torres é exonerado do cargo, más continuar com cargos no governo do GDF
Governador afastado Ibaneis Rocha, antes de seu afastamento assim que tomou conhecimento dos fatos mandou exonerar Anderson Torres do cargo de secretário de Segurança Pública do DF após a invasão das sedes dos 3 Poderes
O governador afastado Ibaneis Rocha (MDB) determinou a exoneração do secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Torres. A medida ocorre após extremistas invadirem o Supremo Tribunal Federal (STF), Congresso Nacional e Palácio do Planalto, na tarde de domingo (8/1).
A exatamente 14 dias do afastamento de chefe do poder executivo do Distrito Federal, a Governadora em exercício Celina Leão (PP), exonerou da Secretaria de Segurança Pública de Brasília más será que todos os nomeados pelo senhor Anderson Torres estão no governo ou não?
Torres foi demitido da pasta no domingo (8/01/2023) depois de extremistas de direita invadirem as sedes dos Três Poderes. Ele também teve a prisão decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), por “omissão“….
Esposa de Anderson Torres mantém cargo especial na Câmara Legislativa do DF
Flávia Sampaio Torres tem cargo comissionado na liderança do governo com salário de mais de R$ 10 mil. Anderson Torres, ex-ministro da Justiça de Bolsonaro, foi exonerado da função de secretário de Segurança Pública do DF depois dos ataques terroristas às sedes dos Três Poderes.
Se diz nos bastidores político, que o ex-secretário de SSP, não está mais na pasta, más todas às suas indicações estão nomeados no Governo. Isso tem causado um mal-estar no Distrito Federal, onde se sabe que todas as indicações de Anderson continuam em seus cargos, seja eles comissionados ou de confiança.
Já começou a ser alvos de críticas tanto no meio político, quanto aos olhos da população, pode não ser ilegal más neste momento é imoral diante de toda barbaridade jamais visto antes na história do Brasil causada por extremistas. Torres sai más todo seu pessoal fica, pelo jeito vai de mal a pior .
Qual é a dinâmica da ocupação dessas cargos? Ou seja o que acontece com os servidores que os ocupam? Seguem ocupando cargas gradativamente mais altos? Ou saltam dos níveis mais baixos para os superiores?
Enquanto a Governadora em exercício não toma uma posição, está crise sem precedentes tende a se agravar cada vez mais.
Celina chegou a fazer críticas ao delegado Anderson Torres, preso desde o último sábado (14/1), ela destacou que “ninguém acreditava numa sabotagem dessa” ao se referir aos atos do dia 8 de janeiro
“Achávamos, num primeiro momento, um grande inconveniente político, um mal-estar ou uma situação ruim. Mas ao ponto que chegamos, jamais”, apontou Celina, que lembrou que Anderson Torres nomeou uma equipe responsável pelo “apagão” da Secretaria de Segurança Pública. “Não quero me antecipar aos fatos, porque tem um inquérito em curso, mas a Segurança Pública do dia 1º de janeiro, que foi elogiada durante a posse do Lula, era comandada pelo governador Ibaneis. O que aconteceu depois? Mudanças na cúpula do órgão”, disse.
Sobre o afastamento de Ibaneis, a governadora disse às jornalistas Ana Maria Campos e Denise Rothenburg do Correio Brasiliense em uma entrevista no último dia 19, que acredita na volta do emebedista ao cargo. “Ele tem uma força de trabalho, é um grande gestor. Ele não pode ficar afastado muito tempo. A gente acredita que ele vai conseguir construir isso sim (a volta)”, elogiou.
A governadora interina do Distrito Federal, Celina Leão, anunciou o delegado da Polícia Federal (PF) Sandro Avelar como novo secretário de Segurança Pública. Ele substitui o ex-ministro da Justiça Anderson Torres, exonerado após os atos golpistas de 8 de janeiro.
Até dia 31, a segurança do DF é chefiada pelo interventor federal Ricardo Cappelli, que também estava presente no anúncio. Segundo ele, a nomeação de Avelar foi antecipada para possibilitar uma transição entre os comandos e para o novo secretário se familiarizar com o plano de segurança para o dia 1º de fevereiro, quando haverá a eleição da mesa da Câmara e do Senado e a abertura do ano judiciário no Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com Cappelli, no entanto, “não há nada alarmante” em vista.
Ah Uma expectativa, que nos próximos dias todos os cargos indicados pelo ex-secretário Anderson Torres venha a ser exonerados, ou senão será divulgado uma grande lista com todos os nomes em diversos veículos de comunicação pedindo uma posição do governo do Distrito Federal no Palácio do Buriti.
O ex-ministro está preso no batalhão da Polícia Militar no Guará 2, por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Ele é suspeito de ter sido conivente com os atos terroristas na Esplanada dos Ministérios.



