Seja bem-vindo. 24 de junho de 2024 03:48
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Manifestantes protestam durante operação do GDF contra lotes irregulares no Gama

Manifestantes protestam durante operação do GDF contra lotes irregulares no Gama

Grupo protesta na Avenida Buritis, da Ponte Alta Norte, no Gama, contra operação da DF Legal para derrubada de lotes irregulares na região. Polícia Militar dá apoio à pasta no local

Um grupo de moradores da Ponte Alta Norte do Gama faz protestos, na manhã desta terça-feira (1º/8), contra uma operação da Secretaria de Estado de Proteção da Ordem Urbanística do Distrito Federal (DF Legal) para impedir parcelamentos irregulares de lotes na região. Segundo a pasta, há algumas regiões de condomínios em área inicial de obras, mas sem pessoas morando nas casas.

Por volta das 11h30, a operação ainda não havia começado devido à manifestação dos moradores, que bloquearam a Avenida Buritis com pneus queimados. Eles seguravam faixas com as frases “Ponte Alta não é invasão” e pedindo para que o governador do DF, Ibaneis Rocha, cumpra a promessa de não derrubar obras na Ponte Alta. “Derrubada não, direito à habitação. Vai ter resistência”, grita.

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) foi acionada para garantir a realização da operação. Até as 14h, os agentes de fiscalização da DF Legal aguardavam a liberação da via para iniciar a descaracterização do local, que está sem barracos, apenas com demarcação das casas. A via foi desocupada em seguida pelo Batalhão de Policiamento de Choque da Polícia Militar do DF (BPChoque), que segue dando apoio na área à pasta distrital.

Por volta das 12h46, a PMDF informou que o Batalhão de Choque atuou para desobstrução da via a fim de que a DF Legal possa realizar operação de combate ao parcelamento irregular do solo. “Por se tratar de irregularidade ainda em fase inicial, a ação busca desconstituir arruamentos, muros, cercas, obras recém começadas e ligações clandestinas de luz”, diz a corporação.

Comboio com 50 ônibus deixa QG do Exército com manifestantes

Comboio com 50 ônibus deixa QG do Exército com manifestantes

Um militar do Exército informou aos manifestantes que eles tinham uma hora para deixar o local de forma pacífica.

Comboio com 50 ônibus deixa QG do Exército com extremistas
Um militar do Exército informou aos manifestantes que eles tinham uma hora para deixar o local de forma pacífica.

Durante a madrugada, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou a “desocupação e dissolução total”, em até 24 horas, de acampamentos bolsonaristas montados em áreas militares de todo o país. A decisão diz, ainda, que todos os participantes sejam presos em flagrante por diversos crimes.

O comboio com 50 ônibus saiu do QG por volta das 9h desta segunda-feira. Os veículos foram disponibilizados pela Secretaria de Transporte do DF. Do lado de fora dos ônibus, é possível ver que os bolsonaristas balançam bandeiras do Brasil para fora.

Um militar do Exército Brasileiro informou a extremistas acampados em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília, que eles têm 1h para deixar o local.

“Na parte de trás, existem alguns ônibus para onde todos deverão se encaminhar para lá. Não queremos confronto. Não é de interesse do Exército Brasileiro e da Polícia Militar que haja confronto. Estamos dando prazo de 1h, que é um prazo bastante razoável, para que todos entrem nos ônibus e saiam em paz”, disse.

Manifestantes bloqueiam BR-070 e exigem a presença da imprensa no local

Manifestantes bloqueiam BR-070 e exigem a presença da imprensa no local

Movimento teve início na noite dessa segunda-feira (31/10)

A BR-070, que dá acesso ao Distrito Federal para quem segue de Águas Lindas de Goiás, encontra-se totalmente bloqueada na manhã desta terça-feira (1°/11).

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), que trabalha para liberar a via, os manifestantes exigiram a presença da imprensa no local.

O bloqueio acontece na altura da Ponte do Rio Descoberto. No local, manifestantes queimaram pneus  e montaram barricadas, nos dois lados da via, para que nenhum veículo possa passar.

O movimento teve início na noite dessa segunda-feira (31/10) com aglomeração no local.

 

Amigos, fãs e familiares realizam protesto pela soltura do influencer Klebim

MANIFESTAÇÃO

Amigos, fãs e familiares realizam protesto pela soltura do influencer Klebim

Grupo se reuniu em frente ao Complexo da Polícia Civil do DF para pedir a liberação do youtuber preso por vender rifas ilegais e realizar jogo de azar em nome de empresas

 

Amigos e familiares de Klebim fazem protesto em frente ao Complexo da Polícia Civil – (crédito: Ed Alves/CB/D.A. Press)

A operação que resultou na prisão de Kleber Moares, mais conhecido como Klebim, 27 anos, divide opiniões nas redes sociais e da população. Na manhã desta terça-feira (22/3), amigos, fãs e familiares se reuniram em protesto em frente ao Complexo da Polícia Civil do Distrito Federal. O objetivo era questionar a prisão “injusta” do influenciador digital.

O organizador do protesto, Luíz Felipe Santos, 19, destaca que o empreendimento do youtuber é uma fonte de renda para diversas famílias. “A prisão foi injusta, uma perseguição ao Klebim. Todos os carros rifados são entregues e o galpão onde trabalhamos é aberto para receber os fãs e as pessoas que querem conhecer. Se fosse algo errado, o lugar não seria aberto”, defende.
Luíz trabalha desde o começo do ano com Klebim em estética automotiva. “Essas rifas mudam a vida de muita gente. Ontem eu conversei com diversos ganhadores das rifas, há pessoas que trocaram seus carros por lotes, conseguiram mudar de vida”, pontua.

Mateus de Linz, 41 anos, dono de um lava jato no galpão, acompanha Klebim desde a idealização do projeto. “Se havia algo errado nos impostos, deveriam ter primeiro intimado ele, para termos legalizado alguma situação. Há tantos empresários na mesma situação, por que o foco é somente no Klebim? Cadê as operações para os outros?”, questiona.
Mateus também aponta que outros jogos de azar acontecem no país sem intervenção da Justiça. Confira abaixo um vídeo do protesto em frente ao Complexo da Polícia Civil do DF.

 

Entenda

As investigações da PCDF começaram em dezembro do ano passado e revelaram que o youtuber utilizava as redes sociais para fazer divulgação dos automóveis.
Com base na Lei nº 3.688/41, a rifa é considerada modalidade de jogo de azar, tipificado, no Brasil, como contravenção penal. Kleber e os outros integrantes da associação criminosa não tinham autorização do Ministério da Economia para promover os sorteios nem se encaixavam em ações filantrópicas.

De acordo com as investigações conduzidas pela Divisão de Repressão a Roubos e Furtos (DRF), Kleber lavava o dinheiro adquirido nas rifas em empresas de fachada. Diretor da DRF, o delegado Fernando Cocito explica que o dinheiro das vendas ia para uma conta do Mercado Pago. “Ao invés de ele mandar o valor para a própria conta, em que não estaria escondendo nada, ele cria uma empresa de fachada, uma PJ, e manda o valor para lá. Aí que está a lavagem, porque ele tenta dar uma aparência de que os veículos foram adquiridos fruto da atividade de publicidade, quando, na verdade, não existe isso. Mas, sim, jogos de azar”, detalha.

 

“Ele era o 01 do DF. Todo mundo o via faturando muito dinheiro, e começou uma enxurrada de rifas ilegais em todo o país. A rifa é o menor problema, é uma contravenção penal. Mas é o que permite a engrenagem da lavagem funcionar. Em várias oportunidades, percebemos que eles tinham ciência de que seriam descobertos e presos. Havia um esforço do grupo em terminar logo a loja de carros, para que as rifas ficassem com menos evidência”, frisa o delegado Fernando Cocito.
Na operação Huracán, os policiais civis cumpriram quatro mandados de prisões temporárias e sete de busca e apreensão no Plano Piloto, no Guará, em Águas Claras e em Samambaia. A PCDF sequestrou nove carros, incluindo uma Lamborghini Huracan e uma Ferrari/458 Spider, uma motocicleta e um jet-ski. Cada um deles avaliado em R$ 3 milhões. A polícia também pediu o bloqueio de R$ 10 milhões das contas dos envolvidos e confiscou a mansão milionária de Klebim, no Park Way.
O imóvel de 2,5 mil metros quadrados esbanja glamour. São cinco quartos, cinco suítes, três salas, nove banheiros e nove vagas para carros, um espaço de lazer completo com direito a piscina aquecida em três níveis, churrasqueira, sauna, espaço para fogueira, ofurô e sala de jogos. O projeto de fino acabamento tem um escritório reservado com acesso direto ao jardim do terreno e uma cozinha integrada à sala e área de lazer. Das cinco suítes, três delas têm closet e porcelanato. Um mirante possibilita a vista para o Plano Piloto.

Em nota, o advogado de Klebim, José Sousa de Lima, ressalta que a prisão foi completamente arbitrária, desproporcional e ilegal. “Fruto de uma pirotecnia para criar constrangimentos e fatos midiáticos”, argumentou. O advogado acrescenta que confia “que o poder judiciário corrigirá essa arbitrariedade revogando imediatamente essa Prisão”, finalizou.