Seja bem-vindo. 14 de junho de 2024 05:56
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Faixa de Gaza: saída que brasileiros planejavam usar é bombardeada

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que o local. localizado na Faixa de Gaza, é bombardeado e pessoas se desesperam

O governo de Israel bombardeou a cidade de Rafah, na Faixa de Gaza, considerada rota de fuga do território palestino por terra em direção ao Egito. As informações são da Sky News.

O ataque ao local ocorreu nessa terça-feira (10/11). O portal Times of Israel informou que, após o bombardeiro, caminhões com suprimentos vindos do Egito não conseguiram cruzar a fronteira.

Apesar das autoridades de Israel informarem que o bombardeio mirou um túnel utilizado para contrabando de armas e munições, a mídia local tem apontado que o real motivo estaria ligado à decisão das autoridades israelenses de cortarem o abastecimento de insumos à Faixa de Gaza.

Moradores do DF resgatados em Israel se emocionam ao pousar em Brasília: ‘alívio’

Grupo que fazia excursão religiosa no país foi repatriado pelo governo federal. Brasileiros desembarcaram na capital na madrugada desta quarta-feira (11).

Um grupo de moradores do Distrito Federal que estava em Israel para uma excursão religiosa desembarcou em Brasília na madrugada desta quarta-feira (11). Um misto de alívio, emoção e solidariedade pela guerra no Oriente Médio marcou a chegada dos brasilienses.

O avião da Força Aérea Brasileira (FAB) trouxe o primeiro grupo de brasileiros que estava em Israel. A aeronave KC-30 deixou Israel com 211 passageiros. A GloboNews apurou que o governo deu prioridade a famílias com crianças, idosos, pessoas com deficiência ou enfermos.

 

Aposentado, Maurílio Figueiredo, que mora na Asa Norte, fazia parte do grupo e foi um dos primeiros a pousar na capital. Ele conta que soube da guerra apenas quando chegou em Jerusalém.

 

“Quando nós chegamos em Jerusalém, às 18h, é que soubemos que estava ocorrendo a guerra. Em seguida, as autoridades falaram para a gente ficar dentro do hotel. Não se expor, né?”, diz.

O homem afirma que se sentiu abandonado pelas companhias áreas, que cancelaram todos os voos. “Foi gratificante a ação do governo de repatriar imediatamente a gente”, conta Maurílio.

A funcionária pública Jacinta Figueiredo, que também mora na Asa Norte, diz que começou a desconfiar que algo estava acontecendo pelo aspecto do guia turístico. “A gente sentiu que ele não estava mais a mesma pessoa”, diz.

De acordo com a mulher, o grupo religioso precisou ficar no hotel durante três dias, mas que todos estavam bem acomodados. “A gente não sentiu medo. A única preocupação era os nossos filhos aqui [no Brasil]”, diz.

 

“Sempre que tinha um alarme, a gente descia para o porão. Lá, a gente rezava a missa, subia e fazíamos a refeição”, afirma.

 

Moradora do Riacho Fundo, Marlene Silva, que também fazia parte do grupo religioso, afirmou que precisou ficar em um bunker “algumas vezes”. De acordo com ela, a viagem foi interrompida na metade.

 

“Meu maior medo era de ficar presa lá”, conta.

 

Segundo a mulher, uma das partes mais complicadas foi lidar com a ansiedade dos familiares. “Todo mundo estava muito preocupada e eu tentava acalmar”, diz Marlene.

Israel autoriza pouso de aviões para resgate de brasileiros

O Itamaraty destacou que recomenda o embarque de brasileiros também em voos comerciais, em Israel, no aeroporto de Ben Gurion

[9/10 21:13] Valparaíso Bem Informado: Israel autorizou o sobrevoo e o pouso das aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) na área do país. O avião mais próximo está em Roma, na Itália, neste momento, e uma segunda aeronave tem decolagem prevista para a tarde desta segunda-feira (9/10). O Ministério das Relações Exteriores (MRE) divulgou que o número de brasileiros com interesse em repatriação aumentou para 1,7 mil.

[9/10 21:14] Valparaíso Bem Informado: Mais 700 brasileiros se somam aos que haviam indicado interesse pela repatriação. Antes, o MRE, conhecido por Itamaraty, havia contabilizado cerca de mil brasileiros e seus dependentes.

 

 

A contagem havia sido feita por meio de um formulário on-line, disponibilizado pela embaixada brasileira em Tel Aviv, que tem por objetivo solicitar a repatriação. São, em sua maioria, turistas que estão hospedados em Tel Aviv ou Jerusalém, como os evangélicos que visitavam o país.

 

Por meio de nota à imprensa, o Itamaraty ainda destacou que recomenda o embarque também em voos comerciais no aeroporto israelita de Ben Gurion.

[9/10 21:14] Valparaíso Bem Informado: Essa autorização facilita os sobrevoos e pousos. O Itamaraty afirmou que continua colaborando com Israel para assegurar a segurança dos brasileiros durante o processo de repatriação.

[9/10 21:15] Valparaíso Bem Informado: Ministério das Relações Exteriores e a Embaixada em Tel Aviv fornecerão atualizações e assistência aos afetados, mantendo-se em contato constante. A situação no Oriente Médio é monitorada e, segundo o governo brasileiro, medidas serão tomadas para garantir a segurança dos brasileiros na região.

 

Médicos e psicólogos estarão nessas aeronaves para auxiliar na repatriação dos brasileiros. Conforme adiantou a Coluna Igor Gadelha, do Metrópoles, a decisão pelo envio dos aviões foi tomada na noite de sábado (7/10) em uma reunião entre o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, e o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Marcelo Kanitz Damasceno. Eles anunciaram o resgate de brasileiros neste domingo (8/10).

[9/10 21:15] Valparaíso Bem Informado: Um primeiro avião KC-30, que comporta 230 passageiros, vai sair de Natal (RN) com destino a Roma, na Itália, de onde vai ficar esperando o comando para seguir até Israel. Uma lista de passageiros está sendo montada.

 

Os seis aviões que estão sendo preparados comportam um total de 696 passageiros. A estimativa das autoridades brasileiras é que cerca de 14 mil brasileiros vivem em Israel e 6 mil moram na Palestina.

[9/10 21:15] Valparaíso Bem Informado: Também existe uma expectativa de normalização do funcionamento do aeroporto Ben-Gurion, o principal de Israel. Assim, os brasileiros podem sair do país em voos comerciais.

 

O Ministério das Relações Exteriores divulgou número de contato para brasileiros em situação de emergência

[9/10 21:16] Valparaíso Bem Informado: Mais de 100 mil soldados israelitas fazem cerco à Faixa de Gaza, após os ataques do grupo Hamas, no último sábado (7/10). A guerra entre Israel e o Hamas entrou em seu terceiro dia, com um saldo de 1,2 mil mortos confirmados até agora.

 

Os dados confirmados até agora calculam um saldo de 700 mortos em Israel como consequência dos ataques do Hamas, 413 deles sendo civis. A expectativa é que o número suba.

 

O balanço do conflito indica, até o momento, ao menos 1,2 mil mortos: 700 pessoas em Israel; 493 na Faixa de Gaza; e 7 na Cisjordânia. Os feridos já passam de 4,5 mil

[9/10 21:17] Valparaíso Bem Informado: O Movimento de Resistência Islâmica é um grupo de ultradireita que foi financiado pelo Irã, cujo objetivo oficial seria “garantir a libertação dos palestinos e lutar pelo fim de Israel”. O líder do Irã, Ali Khamenei, chegou a chamar o país de “câncer”. O Hamas assumiu o controle da Faixa de Gaza em 2007, quando jurou destruir os inimigos.

 

O grupo fez um ataque surpresa no último sábado (7/10), em que efetuou 5 mil foguetes, segundo o Hamas. De acordo com o governo, foram 2 mil disparos.

 

O estatuto do Hamas inclui Israel como território palestino, e define a Palestina como terra islâmica, não judia. Foi criado com o início dos conflitos na Faixa de Gaza, e o Hamas é considerado um grupo antissemita, pois também ataca os judeus enquanto povo.

 

O conflito na Faixa de Gaza

 

A Faixa de Gaza é um dos territórios mais conflituosos do mundo, tendo sido palco de uma disputa que se estende desde 1967, quando Israel invadiu a Cisjordânia e a Faixa, na terra que antes era conhecida como Palestina, local também muito associado ao “lar original” dos judeus, na Bíblia.

 

É um território de 41 quilômetros de comprimento e 10 quilômetros de largura. Faz fronteira com o Egito, com Israel e o Mar Mediterrâneo, e abriga cerca de 2,3 milhões de pessoas. Segundo informações da Organização das Nações Unidas (ONU), 80% da população da Faixa de Gaza depende da ajuda internacional.