Seja bem-vindo. 19 de maio de 2024 23:53
Previous slide
Next slide

Enfermeiros do DF decretam greve até sexta-feira (30/6)

Enfermeiros do DF decretam greve até sexta-feira (30/6)

Segundo o Sindicato dos Enfermeiros do DF, a decisão do Superior Tribunal Federal (STF) até o momento, sobre o piso salarial, prejudica a categoria

Enfermeiros do Distrito Federal decretaram greve até esta sexta-feira (30/6). A mobilização começou na última quarta-feira (28/6) e tem como objetivo reivindicar a instituição, com brevidade, do piso salarial da categoria, já aprovado por lei, mas que depende de decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). A mais alta Corte do país julga uma ação que pede a inconstitucionalidade da norma.

Segundo o Sindicato dos Enfermeiros do DF, a decisão do STF até o momento prejudica a categoria. Marcado por atrasos e pedidos de vista diversos, o julgamento.

Enfermeiros do DF decretam greve até sexta-feira (30/6)
Segundo o Sindicato dos Enfermeiros do DF, a decisão do Superior Tribunal Federal (STF) até o momento, sobre o piso salarial, prejudica a categoria

(crédito: Minervino Junior/CB/D.A Press)
Enfermeiros do Distrito Federal decretaram greve até esta sexta-feira (30/6). A mobilização começou na última quarta-feira (28/6) e tem como objetivo reivindicar a instituição, com brevidade, do piso salarial da categoria, já aprovado por lei, mas que depende de decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). A mais alta Corte do país julga uma ação que pede a inconstitucionalidade da norma.

Segundo o Sindicato dos Enfermeiros do DF, a decisão do STF até o momento prejudica a categoria. Marcado por atrasos e pedidos de vista diversos, o julgamento está em aberto e ocorre até esta sexta-feira.

O sindicato do DF anunciou que a categoria considerou prejudicial o entendimento já manifestado por votos, dos ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli, uma vez que eles tiraram da União a responsabilidade de pagar o piso salarial aos enfermeiros, caso não haja fonte de custeio — jogando a conta para estados e municípios.

Além disso, o setor também avalia como prejudicial a vinculação do pagamento do piso de remuneração ao cumprimento de 44h semanais de trabalho. Outro tópico apontado pela entidade se refere à regionalização — ou seja, pagamento feito mediante negociação coletiva entre patrões e bases locais. Para o sindicato, isso tira o direito ao piso salarial conseguido com a Lei Nº 14.434, que estabelece tal direito.

Atendimentos
De acordo com a Secretaria de Saúde do Distrito Federal, mesmo com esses dias de paralisação dos enfermeiros, a assistência aos pacientes está mantida em todas as unidades de atendimento. “Cerca de 50% dos enfermeiros e técnicos de enfermagem estão executando as atividades nos três níveis de atenção”, ressaltou nota da pasta.

Segundo ainda a secretaria, com equipe reduzida, as 175 Unidades Básicas de Saúde da capital seguem em atendimento, com gestores na linha de frente e equipes multidisciplinares atuando. Na nota, a pasta ainda ressaltou que “se solidariza com o movimento, que é legítimo e tem mobilização nacional”, enfatizando que reforçou com os sindicatos a necessidade de “não haver desassistência à população”.

O piso
Aprovado pelo Congresso Nacional em julho do ano passado, o piso salarial estabelece pagamento salarial mínimo para enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem e parteiras. A regra vale para os setores público e privado.

Em agosto do mesmo ano, foi sancionada a Lei Nº 14.434, de 4 de agosto de 2022. Ela fixa um valor mínimo de R$4.750 para a remuneração de enfermeiros. Para técnicos de enfermagem, o pagamento é de 70% desse valor. Já auxiliares e parteiras receberão 50% do piso.

Motoristas de ônibus de Águas Lindas entram em greve nesta segunda (12/6)

Motoristas de ônibus de Águas Lindas entram em greve nesta segunda (12/6)

Paralisação ocorre entre os condutores da empresa Taguatur. Eles alegam que não recebem reajuste salarial há três anos

Os motoristas de ônibus da empresa Taguatur, em Águas Lindas de Goiás, estão em greve. A paralisação teve início na manhã desta segunda-feira (12/6). Segundo a classe, eles não recebem reajuste salarial há três anos e reclamam das condições de trabalho.

O transporte público na região foi afetado e, com isso, os moradores que utilizam os ônibus para fazer o trajeto entre a região do Entorno e o Distrito Federal encontraram dificuldades para se deslocar.

O Correio tentou contato com a empresa Taguatur, mas não obteve retorno. O espaço segue aberto.