Seja bem-vindo. 22 de maio de 2024 02:20
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Goiás teve queda em todos os combustíveis de março para abril

Goiás teve queda em todos os combustíveis de março para abril

Gasolina caiu 0,11%, o etanol 0,07% e o diesel 2,69%

Dados do Índice de Preços Ticket Log (IPTL) informam que Goiás teve redução em todos os combustíveis de março para abril. A gasolina caiu 0,11%, o etanol 0,07% e o diesel 2,69%.

Em relação a gasolina, a média do litro no Estado, em março, era R$ 5,603. Em abril, o combustível teve a mediana de R$ 5,597. Já sobre o etanol, os valores por litro foram de R$ 4,126 para R$ 4,123. O diesel, por sua vez, reduziu de R$ 5,977 a R$ 5,816.

No DF, houve alta da gasolina de 0,17% entre os meses comparados. O litro foi de R$ 5,743 para 5,753. O etanol variou para baixo: de R$ 4,307 para R$ 4,281 (-0,6%). Já o diesel foi de R$ 6,362 para R$ 6,308 (-0,85%).

Goiás teve queda em todos os combustíveis de março para abril
Gasolina caiu

Dados do Índice de Preços Ticket Log (IPTL) informam que Goiás teve redução em todos os combustíveis de março para abril. A gasolina caiu 0,11%, o etanol 0,07% e o diesel 2,69%.

Em relação a gasolina, a média do litro no Estado, em março, era R$ 5,603. Em abril, o combustível teve a mediana de R$ 5,597. Já sobre o etanol, os valores por litro foram de R$ 4,126 para R$ 4,123. O diesel, por sua vez, reduziu de R$ 5,977 a R$ 5,816.

No DF, houve alta da gasolina de 0,17% entre os meses comparados. O litro foi de R$ 5,743 para 5,753. O etanol variou para baixo: de R$ 4,307 para R$ 4,281 (-0,6%). Já o diesel foi de R$ 6,362 para R$ 6,308 (-0,85%).

O mais jovem milionário de Goiás conta como ficou rico

Ainda sobre as porcentagens, Mato Grosso do Sul também teve queda em todos os combustíveis: gasolina (-1,14%), etanol (-0,74%) e diesel (-3,58%). O Mato Grosso, por sua vez, só teve alta no etanol (0,16%). Os demais registraram redução: gasolina (-0,34%) e diesel (-2,23%).

“Em março, a gasolina e o etanol registraram altas que chegaram a 13,18% e 8,69%, respectivamente, no Centro-Oeste. No fechamento de abril, apenas o Mato Grosso apresentou aumento de 0,16% para o etanol, e o Distrito Federal, de 0,17% para a gasolina. O etanol se apresentou como o combustível economicamente mais viável para abastecimento em todo o Centro-Oeste, exceto no Distrito Federal, onde a gasolina foi considerada mais vantajosa. O etanol é ecologicamente mais vantajoso para abastecimento por ser capaz de reduzir consideravelmente as emissões de gases responsáveis pelas mudanças climáticas”, analisa Douglas Pina, Diretor-Geral de Mobilidade da Edenred Brasil.

Gasolina sobe e chega a R$ 5,49 no DF. Veja onde abastecer mais barato

Gasolina sobe e chega a R$ 5,49 no DF. Veja onde abastecer mais barato

Aumento é consequência de disparada do preço do etanol anidro — produto misturado à gasolina

Postos de combustíveis no Distrito Federal voltaram a reajustar o preço da gasolina. Nesta sexta-feira (24/2), o valor do litro chega a R$ 5,49 no crédito.

Presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis do Distrito Federal (Sindicombustíveis-DF), Paulo Tavares afirma que o aumento se deve, novamente, à alta do preço do etanol anidro.

“São aumentos significativos que mexem no bolso do consumidor. O etanol anidro é misturado em toda a gasolina comercializada no território nacional, na proporção de 27% do volume”, detalha Paulo.

Se foi pesquisado os preços da gasolina em diferentes regiões administrativas do Distrito Federal e verificou que o valor varia de R$ 4,99 a R$ 5,40, no débito, e de R$ 4,99 a R$ 5,49, no crédito.

Confira:

Posto Nenen’s (Taguatinga Centro) — R$ 4,99 (crédito e débito)
Posto RPM (Samambaia) — R$ 5,29 (débito) e R$ 5,49 (crédito)
Posto Céu 070 (BR-070, na altura de Ceilândia) — R$ 4,89 (débito) e R$ 4,99 (crédito)
Posto da Torre (Asa Sul) — R$ 5,29 (débito) e R$ 5,44 (crédito)
Posto 208 (Asa Sul) — R$ 5,29 (débito e crédito)
Posto Jarjour (Asa Norte) — R$ 5,40 (débito) e R$ 5,45 (crédito)
Posto San Remo (Avenida das Araucárias, em Águas Claras) — R$ 5,40 (débito) e R$ 5,45 (crédito)
Posto Metrô (QNM de Ceilândia) — R$ 5,29 (débito) e R$ 5,49 (crédito)
Posto Petrobras (Quadra 1 de Sobradinho) — R$ 5,30 (débito) e R$ 5,35 (crédito)
Brasal Combustíveis (SIA) — R$ 5,20 (débito) e R$ 5,30 (crédito)

Preço do diesel volta a subir no fechamento de novembro

Preço do diesel volta a subir no fechamento de novembro

Depois de recuar em outubro, o valor do litro do combustível registrou aumento de 0,8% na média nacional.

Os motoristas voltaram a pagar mais caro para abastecer com o diesel em novembro, é o que revela o último levantamento do Índice de Preços Ticket Log (IPTL). A poucos dias do fechamento do mês, o preço médio do litro do diesel comum subiu 0,8% nos postos, comercializado a R$ 7,02. Se comparado a média de novembro do ano passado, que era de R$ 5,61, a alta chega a 25%. Com o diesel S-10, as variações de alta seguiram a mesma tendência, sendo comercializado a R$ 7,11, ante os R$ 7,06 de outubro.

“Com exceção da Região Sudeste, os postos voltaram a registrar alta em quase todo o território nacional. Quando analisamos a primeira quinzena de novembro, já identificamos esse comportamento de avanço nos preços, que se confirma no fechamento do mês. Sergipe teve a maior variação, de 3,38% para o tipo comum, e o Ceará, de 2,64% para o S-10”, destaca Douglas Pina, diretor-geral de Mobilidade da Edenred Brasil.

Na análise por região, o Sudeste foi o único em que o tipo comum recuou 0,13% — ante o fechamento de outubro — comercializado a R$ 6,67, enquanto o S-10 se manteve estável, vendido a R$ 6,80. A Região Norte lidera com os valores mais caros para o combustível, com o tipo comum a R$ 7,44 (+0,94%) e o S-10 a R$ 7,543 (+1,09%).

Nordeste é o líder no ranking das maiores altas, de 1,37% para o tipo comum, e de 1,10% para o S-10, no comparativo com outubro. Já o Sul, que apresentou aumentos abaixo de 1%, concentra os valores mais baratos, de R$ 6,49 (+0,46%) o comum, e de R$ 6,58 (+0,75%) o tipo S-10.

Nos estados
No recorte por estado, Roraima lidera com o litro mais caro para o diesel comum e o S-10, vendidos a R$ 8,05 (+0,49%) e R$ 8,18 (+0,34%), respectivamente. Já o Rio Grande do Sul apresenta as menores médias, R$ 6,43 (-0,17%), o comum; R$ 6,55 (+0,21%), o tipo S-10. As variações de alta se destacam no Sergipe, de 3,38% para o comum, e no Ceará, de 2,64% para o S-10. Na Bahia estão as baixas que mais se destacam no valor médio do litro, sendo de -1,20% para o tipo comum, e de -1,64% para o S-10.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Ticket Log.

Petrobras avisa que vai manter preços de mercado; defasagem sobe

 

Petrobras avisa que vai manter preços de mercado; defasagem sobe

Presidente da Petrobras, José Mauro Coelho confirmou que a estatal vai manter a política de preços de mercado para calcular o valor dos combustíveis. Na quinta-feira (5/5), a estatal anunciou lucro recorde de R$ 44,65 bilhões da companhia

O presidente da Petrobras, José Mauro Coelho, confirmou nesta sexta-feira (6/5) que a estatal vai manter a política de preços de mercado para calcular o valor dos combustíveis para o consumidor brasileiro, um dia após o anúncio de lucro recorde de R$ 44,65 bilhões da companhia. Embora o presidente Jair Bolsonaro (PL) tenha classificado os preços como “um estupro”, a defesagem dos valores praticados pela companhia já é maior do que a registrada no último aumento.

“Não é só preço do barril. É gestão responsável que tem sido feita nos últimos anos. Não podemos nos desviar da prática de preços de mercado. É uma condição necessária para a geração de riqueza não só para a empresa, mas para toda a sociedade brasileira, fundamental para a atração de investimentos do país e para garantir o suprimento dos derivados que o Brasil precisa importar”, disse o presidente.
Nesta sexta-feira, a Petrobras chega ao 57º dia desde o último reajuste da companhia, ocorrido no dia 18 de março, ultrapassando o período de contingenciamento anterior. Naquela ocasião, o anúncio do aumento de preços foi realizado também no 57º, sob o argumento de que a estatal não podia mais sustentar a defasagem entre os valores praticados pela Petrobras e o mercado.