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Jovem faz falso alarme, ameaça massacre em escola do DF e acaba preso

Jovem faz falso alarme, ameaça massacre em escola do DF e acaba preso

O rapaz publicou um vídeo no TikTok em que faz menção a um suposto massacre que cometeria no Centro de Ensino Fundamental 1 (CEF). Na delegacia, ele falou que queria notoriedade na rede social

Em operação de segurança às escolas, a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu um jovem acusado de fazer ameaças nas redes sociais. O rapaz publicou um vídeo no TikTok em que fez menção a um suposto massacre que cometeria no Centro de Ensino Fundamental (CEF1), localizado no Paranoá. “Quem mora em Brasília, o pessoal está ferrado”, disse ele.

Na gravação, o suspeito deixa claro que ocorreria um massacre no CEF 1 do Paranoá. Após os investigadores da 6ª DP tomarem conhecimento sobre o conteúdo, conseguiram identificar o suspeito. Nesta manhã, os policiais empreenderam diligências e localizaram o rapaz no trabalho.

O jovem foi preso e autuado por ameaça, falso alarme e incitação ao crime. À polícia, o suspeito contou em depoimento que o vídeo não passava de uma brincadeira e fez a gravação para ganhar notoriedade na rede social.

Outro caso
No começo de abril, a 6ª DP apreendeu um adolescente de 14 anos que ameaçou realizar um massacre no CEF 1. Em duas publicações no perfil do Instagram, o estudante anunciou que haveria um ataque na unidade escolar.

Na ocasião, o adolescente disse que “os alunos do Centro de Ensino Fundamental 01 do Paranoá teriam uma surpresa”. Em outra publicação, ele escreveu “Luto 10/04 aos alunos”. A escola é de modelo cívico-militar.

Com look “especial massacre”, professora causa polêmica na internet

Com look “especial massacre”, professora causa polêmica na internet

Professora do Centro de Ensino Fundamental (CEF) Zilda Arns, no Itapoã, Lorena Santos, 28 anos, publicou fotos em rede social: “Se eu morrer hoje, estarei belíssima pelo menos”

Professora de escola pública do Itapoã, Lorena Santos, 28, postou fotos com look “especial massacre” – (crédito: Reprodução/Redes sociais)
Um post da professora do Centro de Ensino Fundamental (CEF) Zilda Arns, no Itapoã, Lorena Santos, 28 anos, causou repercussão na internet diante do teor da publicação. Nas fotos, tiradas em um banheiro, a docente escreveu as legendas “Look de hoje: especial massacre” e “Se eu morrer hoje, estarei belíssima pelo menos”.

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Em nota, a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF) informa que instaurou um procedimento de investigação preliminar para apurar a conduta da professora. A pasta repudia qualquer tipo de postagem que ressalta a violência e reforça o compromisso e empenho na busca pela cultura de paz no ambiente escolar.

A Polícia Civil do DF (PCDF), que apura o caso, afirma que a professora foi intimada para prestar esclarecimentos sobre o ocorrido. A reportagem tenta contato com a professora para se posicionar sobre o assunto. O espaço segue aberto para manifestações.

Até a publicação desta reportagem, o Sindicato dos Professores do DF (Sinpro-DF) não havia decidido se iria se pronunciar em relação ao caso.

Prefeito Pábio Mossoró se reúne com forças de segurança para discutir estratégias de prevenção à violência no ambiente escolar

Prefeito Pábio Mossoró se reúne com forças de segurança para discutir estratégias de prevenção à violência no ambiente escolar

O prefeito Pábio Mossoró (MDB-GO) comandou, na tarde desta terça-feira (11/04), reunião com representantes de diversos órgãos e unidades do Estado e município para tratar dos últimos episódios de ataque e ameaças a escolas, bem como de protocolos de segurança, nas unidades de ensino do município.

Uma das ações que ficou definida para os próximos dias uma reunião com as diretoras da rede municipal. Além disso, o plano é fazer um itinerário de ronda escolar e uma força-tarefa da segurança na cidade.

Entre os participantes, estiveram a Secretaria Municipal de Educação, Rudilene Nobre; a Sub-secretária da Educação do Entorno,Carla Moreno; Delegado Regional, Rafael Rafael Abraão; comandante do 20 °Batalhão de Polícia Militar do Estado de Goiás, Major Chericato; Superintendente da Guarda Municipal Edmilson e representantes do poder legislativo municipal.

“A nossa gestão não poupará esforços e sempre incentivará políticas públicas no sentido de assegurar tranquilidade aos moradores da cidade. Medidas já foram tomadas e estão sendo colocadas em prática. Juntos somos mais fortes”, disse prefeito Pábio Mossoró.

A reunião teve início às 14h30, no Sala do gabinete do prefeito Pábio Mossoró, na prefeitura Municipal de Valparaíso de Goiás, Cidade Jardins .

Boatos: Conversas em WhatsApp com ameaça de invasão a escolas de Valparaíso, e pais se assustam – [Cloned #7034]

Boatos: Conversas em WhatsApp com ameaça de invasão a escolas de Valparaíso, e pais se assustam

Polícia monitorar o caso, perfil postado em grupo de redes sociais via WhatsApp da escola Cora Carolina, postou que uma invasão ocorreria na unidade que fica localizado no Distrito Jardins Céu Azul, Valparaíso de Goiás

Conversas trocadas entre membros por meio do WhatsApp em que são feitas ameaças de invasão e massacre em Escola Municipal de Valparaíso, em dos maiores bairros de Valparaíso, que são alvo de uma apuração das forças de segurança do município e Estado de Goiás-GO. As informações, divulgadas nesta segunda-feira (9), chegou ao conhecimento de nossa equipe.

Nas mensagen compartilhada nas redes sociais, uma pessoa fala dos planos para realizar os atentados. ” Boa noite, se alguém aqui no grupo tiver algum filho que estuda na Escola Cora Carolina, se poderem evitar eles irem para Escola semana que vem… eu estou falando isso porque invadiram o grupo da Escola avisando que vão invadir e matar todos que aparecer pela frente, não seu se uma brincadeira de mal gosto, más eu não vou pagar para ver em deixar minha filha ir para Escola “, disse uma mãe.

Nas imagens enviadas e possível visualizar alguns imagens relacionadas a situação, de uma suposto invasão.

De acordo com a gestãomunicipal na pessoa do prefeito Pábio Mossoró (MDB-GO), todo o conteúdo das conversas já está em posse das autoridades locais, que analisa o caso para que, juntamente com a Polícia Civil, Polícia Militar, e Guarda Municipal, sejam adotadas todas as medidas com o objetivo de responsabilizar os envolvidos e garantir a integridade física e moral dos demais estudantes das instituições de ensino envolvidas, assim como de outras escolas do município. O mesmo ainda disse que amanhã terá uma reunião para discutir o assunto.

O Ministério Público orienta ainda que o conteúdo do possível ato infracional deixe de ser propragado em grupos de WhatsApp nas redes sociais para evitar o julgamento social e moral de forma precipitada e não gerar sofrimento psíquico aos jovens e profissionais.

Um moradora, que não quer se identificar, disse que está com receio das ameaças pois tem sobrinhos que estudam em um das escolas citadas nas mensagens. Segundo ela, a cidade está “apavorada” e há pais que pretendem não mais enviar os filhos para escola neste ano.

Boatos: Conversas em WhatsApp com ameaça de invasão a escolas de Valparaíso, deixa pais apreensivos: “Clima preocupa”

Boatos: Conversas em WhatsApp com ameaça de invasão a escolas de Valparaíso, e pais se assustam

Polícia monitorar o caso, perfil postado em grupo de redes sociais via WhatsApp da escola Cora Carolina, postou que uma invasão ocorreria na unidade que fica localizado no Distrito Jardins Céu Azul, Valparaíso de Goiás

Conversas trocadas entre membros por meio do WhatsApp em que são feitas ameaças de invasão e massacre em Escola Municipal de Valparaíso, em dos maiores bairros de Valparaíso, que são alvo de uma apuração das forças de segurança do município e Estado de Goiás-GO. As informações, divulgadas nesta segunda-feira (9), chegou ao conhecimento de nossa equipe.

Nas mensagen compartilhada nas redes sociais, uma pessoa fala dos planos para realizar os atentados. ” Boa noite, se alguém aqui no grupo tiver algum filho que estuda na Escola Cora Carolina, se poderem evitar eles irem para Escola semana que vem… eu estou falando isso porque invadiram o grupo da Escola avisando que vão invadir e matar todos que aparecer pela frente, não sei se uma brincadeira de mal gosto, más eu não vou pagar para ver em deixar minha filha se deslocar até a  Escola “, disse uma mãe.

Nas imagens enviadas e possível visualizar alguns imagens relacionadas a situação, de uma suposto invasão.

De acordo com a gestão municipal na pessoa do prefeito Pábio Mossoró (MDB-GO), todo o conteúdo das conversas já está em posse das autoridades locais, que analisa o caso para que, juntamente com a Polícia Civil, Polícia Militar, e Guarda Municipal, sejam adotadas todas as medidas com o objetivo de responsabilizar os envolvidos e garantir a integridade física e moral dos demais estudantes das instituições de ensino envolvidas, assim como de outras escolas do município. O mesmo ainda disse que amanhã terá uma reunião para discutir o assunto.

O Ministério Público orienta ainda que o conteúdo do possível ato infracional deixe de ser propragado em grupos de WhatsApp nas redes sociais para evitar o julgamento social e moral de forma precipitada e não gerar sofrimento psíquico aos jovens e profissionais.

Um moradora, que não quer se identificar, disse que está com receio das ameaças pois tem sobrinhos que estudam em um das escolas citadas nas mensagens. Segundo ela, a cidade está “apavorada” e há pais que pretendem não mais enviar os filhos para escola neste ano.

Polícia Civil investiga ameaça de massacre em escola pública do DF

Polícia Civil investiga ameaça de massacre em escola pública do DF

Por meio de postagens no Instagram, um perfil anunciou um ataque ao Centro de Ensino Fundamental 01 do Paranoá nesta segunda-feira (10/04)

A Delegacia Especial de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC), da Polícia Civil do Distrito Federal, investiga uma ameaça de massacre no Centro de Ensino Fundamental 01 do Paranoá. Por meio de postagens no Instagram, um perfil anunciou um ataque ao colégio cívico-militar nesta segunda-feira (10/04).

Nas publicações, o autor da ameaça afirma que “amanhã os alunos do Centro de Ensino Fundamental 01 do Paranoá terão uma surpresa”. Já no outro post, a mensagem cita uma data do suposto massacre: “Luto 10/04 aos alunos”.

Em nota, a Secretaria de Estado de Educação do DF afirma que a equipe gestora do CEF 1 do Paranoá tomou conhecimento do caso e acionou a Polícia Militar, que esteve na escola com o Corpo de Bombeiros e fez uma varredura no prédio da unidade. “Nada foi encontrado. As aulas estão sendo mantidas normalmente e o caso será investigado pela Polícia Civil do DF”, acrescentou.

Procurada pela reportagem, a Polícia Militar do DF (PMDF) informou que a situação está controlada e que as aulas ocorrem normalmente na escola pública.

“Equipes de área disponibilizaram uma viatura para ficar na porta da escola desde as 4h e o policiamento no local seguirá até o fim da noite”, esclareceu a PMDF.