Censo de 2022 começa em 1º de agosto, anuncia IBGE em Valparaíso de Goiás
Previsão é que os agentes visitem 70 milhões de domicílios de todo o Brasil até outubro
Por População Ativa
08/02/2022 às 15:03
O Censo Demográfico de 2022 já tem data para começar: dia 1º de agosto deste ano. A informação foi divulgada no dia (25), do mês passado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), órgão federal vinculado ao Ministério da Economia e responsável por organizar a consulta, que ocorreu pela última vez no país em 2010.
A princípio, o início da coleta de dados estava previsto para 1º de junho. A data, no entanto, foi modificada, em virtude da troca de banca examinadora que realizará o concurso e selecionará 206 mil funcionários temporários em todo país para a realização da pesquisa.
Serão selecionados cerca de 183 mil recenseadores, os funcionários que vão de porta em porta em busca das entrevistas, para coleta de dados, e 23 mil agentes censitários, que desempenham função de supervisores.
Já a coleta de dados acontecerá de 22 de agosto a 22 de outubro, em Valparaíso de Goiás.
Na manhã desta terça-feira, 8 de fevereiro, o Poder Executivo Municipal, participou junto do Poder Legislativo Municipal e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), da Reunião de Planejamento e Acompanhamento do Censo 2022.
O Censo Demográfico deste ano está previsto para ocorrer de 22 de agosto a 22 de outubro, ao todo serão 3 meses de coleta de dados. O município de Valparaíso de Goiás contará com 2 pontos de coleta. Uma equipe formada por 143 recenseadores e 19 supervisores (CCS, ACM e ACS).
Com a agenda de hoje, o IBGE objetivou informar autoridades e representantes da sociedade sobre o Censo Demográfico 2022, reforçar a importância do trabalho para o planejamento público e privado e divulgar dados que servirão como base para o Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
Durante o teste, o instituto experimentou alguns protocolos que serão implementados durante a consulta oficial, por causa da pandemia de Covid-19. Entre eles, o uso de máscaras e e de escudos faciais. A consulta ocorre a cada dez anos e deveria ter sido realizada em 2020, mas foi adiada por causa da pandemia. Em 2021, não ocorreu por indisponibilidade orçamentária.



