O Distrito Federal chegou a 23 casos confirmados de mpox em 2026. A doença provoca bolhas e feridas na pele e pode causar complicações grave
Entidades LGBT+ cobram medidas para ampliar proteção
A falta de vacinas contra a mpox preocupa entidades de defesa dos direitos LGBT+ no Distrito Federal, principalmente pelo risco de agravamento da doença em pessoas que vivem com HIV e apresentam imunidade comprometida.
“Estamos falando de uma doença para a qual existem medidas de prevenção, vacina e assistência. É inadmissível que pessoas continuem correndo risco de morrer ou de ter seu quadro de saúde agravado enquanto existe uma vacina capaz de ajudar a prevenir esses desfechos”, afirma Michel Platini, representante do CentroDH e do Estruturação no Conselho de Saúde do DF.
Diante do desabastecimento, as entidades defendem a retomada da vacinação dos grupos prioritários e a ampliação dos critérios de imunização. “A proposta é incluir pessoas LGBT+ em situação de maior exposição epidemiológica, especialmente aquelas que utilizam a profilaxia pré-exposição ao HIV (PrEP), uma medicação usada por pessoas que não vivem com HIV para reduzir o risco de infecção pelo vírus”, completou.




