Trio que aterrorizou família com machadinha no Jardim Ingá é identificado e detido pela Polícia Civil

Trio que aterrorizou família com machadinha no Jardim Ingá é identificado e detido pela Polícia Civil

Ação integrada resulta na detenção de adulto e dois adolescentes; homem também era procurado por homicídio

Polícia Civil de Goiás, por meio do Grupo Especial de Investigações Criminais (Geic) de Luziânia, identificou e deteve os responsáveis por um roubo violento ocorrido no dia 11 de julho, no Distrito do Jardim Ingá. A operação foi realizada nos dias 22 e 23 de julho e resultou na detenção de um homem de 39 anos, seu filho de 17 e outro adolescente, de 15 anos. As vítimas, uma mãe e seus filhos, foram mantidas reféns e ameaçadas com facas e uma machadinha.

As investigações indicaram que os autores já planejavam o crime e agiram com extrema violência. A operação teve apoio do Grupo de Investigação de Homicídios de Luziânia, da Delegacia de Polícia de Cidade Ocidental e da Polícia Civil do Distrito Federal. Mandados judiciais foram cumpridos em endereços de Cidade Ocidental (GO) e Ceilândia (DF).

No apartamento onde o homem e o filho residiam, foram apreendidas porções de maconha e materiais para preparo e venda de drogas, o que levou à autuação em flagrante por tráfico e posse de entorpecentes. Também foram encontradas as roupas usadas no dia do assalto. Ambos foram responsabilizados ainda por corrupção de menor.

O homem detido já possuía um mandado de prisão preventiva por um homicídio cometido em 2024, também praticado em coautoria com o filho, agora apreendido. Com isso, ele passa a responder por roubo, tráfico de drogas, homicídio e corrupção de menor.

O terceiro envolvido, um adolescente de 15 anos, foi localizado em Ceilândia com porções de cocaína. Ele foi encaminhado à Delegacia da Criança e do Adolescente II, da Polícia Civil do Distrito Federal.

O delegado responsável afirmou que aguarda a manutenção da prisão dos envolvidos enquanto novos fatos seguem sob apuração. A Polícia Civil representou pela internação provisória do adolescente de 17 anos por 45 dias. O caso continua em investigação.

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